Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

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Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Elendil2 em Ter Out 26, 2010 10:05 pm


Estava navegando rapidamente (no serviço) pelos blogs de rpg tradicionais quando me deparei com uma reportagem um tanto interessante sobre o quanto a tecnologia já invadiu o tradicionalissimo mundo de papéis de D&D (RPG em geral). Esta materia é sobre sobre uma experência de um mestre que usa Ipad na sua mesa. Muito legal até e muito cara por sinal também... mas ta aí
leiam: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Em nossas mesas o mestre Rotieh sempre usa e abusa das trilhas sonoras. É legal pois possibilita uma ambientação melhor (se não ficar muito repetitiva...), no RPG de suspense/horror a trilha sonora é fundamental. Eu particulamente não gosto muito de usar músicas na mesa pois não tenho paciencia de ficar mudando toda vez, mas confesso que é muito bom.

Para tal feito, usamos nas nossas mesas meu notebook e a caixa de som (enorme - depois tiramos fotos...) do Rotieh, em conjunto com as coisas de sempre... grids, escudos do narrador, as dugeons tiles do rotieh que são mito bonitas... estou louco para imprimir também mais não me sobra tempo$ (terminei de pagar os livros do D&D4e nesse mês... UFA!!!)


Bom, todo esse blá blá blá, é para saber a opinião de cada um de vocês a respeito do uso de tecnologias no RPG, experiências que tiveram, positivas, negativas ou indiferença... Ta ai mais um link de uma excelente materia sobre rpg e tecnologias divididas em quatro partes:
parte1: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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parte4: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


O cara da materia que li usa IPADs e IPHONEs, monitor e vários notebooks... imagina cada jogador com seu notebook, acessando e-mail, msn, twitando na hora do jogo. Eu usaria o Dedo de Deus (giria de mestres apelões) para apagar seus personagens... huahuhau

Ele tem um programa no Ipad que imita um grid do D&D e tem várias figuras como modelo. Fica muito bom mesmo, mas a que custo? Na minha concepção o RPG é mais imaginativo e uma borracha e um apontador deveriam servir de marcadores, como no war que uma pecinha redonda siginifica vários pelotões de soldados...

O mestre Rotieh, muito cuidadoso e dedicado ao hobby, faz minis de papel muito bem acabadas e bonitas. Elas concerteza engrandecem a coisa todo, mas não se pode ficar dependendo de miniaturas, lembro-me que smpre joguei sem minis e sem grids e me divertia muito. Adotamos esse sistema neste ano e ta dando certo...

Minis de papel + trilha sonora, mais papel e caneta tradicional, dados e muita imaginação são os ingredientes mais que suficientes para a fórmula de um RPG de sucesso...

Fiquem com as fotos:









QUEM PODE... PODE!!!

COMENTEM!!!

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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Rotieh em Ter Out 26, 2010 10:51 pm

Eu acho que tudo tem limite!

Eu adoraria ter um ipad, mas isto não tornaria as coisas mais elegantes ou bonitas!

Tira o maior prazer dos jogadores: Pegar a miniatura que representa a si mesmo e bater com ela na miniatura do inimigo após derrotá-lo!!

xDDDDDDD

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Eu penso assim: Eu me divirto muito pensando nas aventuras e no cenário, e como cada um terá seu papel em determinado momento.

Gosto de ter os mapas todos separados, para poder montar na hora.

Gosto que os jogadores peguem nas miniaturas, peguem os mapas, peguem. Peguem. Saca?

É como uma criança, poxa! Pega o brinquedo! Uma brincadeira em que você só olha o mestre movimentar as peças em uma tela não seria tão legal... =X

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Uso Notebook em minhas campanhas, mas ressalto que é SÓ PARA TRILHA SONORA.

Geralmente opto por Notebook (e não rádio), pois uso sempre DOIS programas para sons (geralmente o media player e o winamp), pois trabalho sempre com dois tipos de som: Trilha de fundo e Efeitos Sonoros.

;)

Não utilizo Fantasy Grounds ou outros dispositivos que já me indicaram.

Ultimamente ainda deixo o notebook fora da mesa, em um banco ao lado, pois atrás do escudo, só dados, mapas, anotações e miniaturas!!!

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Acho que usar a tecnologia em mesa MAIS que isso é prejudicar (e muito) a imaginação.

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E para motivos de esclarecimento, antigamente não utilizávamos grounds ou miniaturas, pois não tinhamos como (e eu achava que deixava o jogo parado demais, mas estava enganado).

Mas com a adição de suplementos e regras que exigiam cálculos de distâncias, tornou-se necessário.

O D&D 3.5 já era bem necessário o grid, mas dava pra jogar sem (apesar de todos confundirem as posições xD). Já o D&D4 EXIGE grid. Ainda mais que nas descrições de poderes consta números de quadros de alcance e área.

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Belíssimo tópico, cara!!

Ganhando 20 moedas pelo bom tópico!!!
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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Elendil2 em Ter Out 26, 2010 10:52 pm

Matéria retirada do blog SpellRPG que tem tudo a ver com o assunto:

Ferramentas ou grilhões?
Até onde vai a dependência em auxílios?


Ferramentas digitais que permitem que você crie coisas de forma mais fácil, como geradores de personagens ou auxílio para um mestre manter todos os efeitos ativos com um timer que “desliza” a cada rodada, avançado de forma automática e tirando isso das anotações do mestre. Tudo tem uma faceta enorme de conveniência e são capazes de acelerar uma ficha que levaria horas em apenas 10 minutos com uns cliques, com as mesmas escolhas nas pontas dos dedos. Mestrar com um laptop com esses programas pode acelerar e melhorar a experiência de forma tremenda.

Cito como exemplo, geradores de personagens de M&M e o onipresente Character Builder da Wizards. E é desse ultimo que esse artigo se tratará.

É uma solução perfeita do ponto de vista mercadológico: é um programa feito para suprir uma necessidade inexistente, cujas funções o fizeram tornar-se indispensável na mesa de jogadores mais modernos, que não tem tempo para desperdiçar com cálculos longos de ficha, poderes e ajustes. Um nicho com peso de mercado inexistente, criado pelo lançamento desse programa que se tornou parte integrante de muitas mesas. As vezes até substitui os livros, já que conta com atualizações bimestrais.

Até onde você, como autor, mestre ou narrador pode quebrar as regras para criar situações interessantes? Andei lendo que campanhas da 4ª edição de D&D com regras e criações caseiras (o famoso “homebrew”) são encaradas como inferiores à aquelas oficiais, graças a uma iniciativa de integração com as ferramentas online. Afinal, sua mesa não tem suporte do CB, quem diabos você acha que é? Sabe mais que os designers? Claro que não.

Houve também um movimento grande de comodismo gerado pelas ferramentas online; certos jogadores (Né, Balth?) se recusam a sequer fazer fichas sem geradores ou mesmo ler os livros: sim, clicar é mais fácil, mas perde-se boa parte da experiência “exigida” para a criação do personagem ou mesmo conhecimento do que diabos tu tá jogando. Além disso, exige também o comodismo-mor, presenciado recentemente com o lançamento da linha Dark Sun (após AD&NOS fora de linha), com seu livro de campanha.

Eis que surgiu um movimento de quase um terço dos integrantes nos fóruns da Wizards, porque mesmo com os livros os jogadores não poderiam usar o material e mestres não poderiam mestrar: as atualizações correspondentes do builder não existiam ainda! Portanto, os grupos eram impedidos de... Jogar Dark Sun, mesmo com os livros fisicamente em mãos porque o programa não dava suporte. Mesmo anos de espera por parte dos jogadores não era grande o suficiente para os libertar das ferramentas que “auxiliam”, e tornaram-se parte tão integral que não foram ignoradas. Não é uma regra geral: muitos grupos começaram a jogar no próprio dia do lançamento, mas em proporção bem menor.

Aí entra a pergunta: isso de comodidade se tornou comodismo?



Phillip "Lumine Miyavi" R. de Souza


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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Rotieh em Qua Out 27, 2010 3:55 pm

O texto acima não condiz com minha experiência.

Não tenho o CB, e nunca o utilizei.

Pela lida no texto só posso concluir que o RPGista (mestre principalmente), que ao meu ver sempre será uma pessoa com uma boa memória, raciocínio, vocábulo extenso e propensão à leitura (tudo isso devido às horas e horas dedicadas à leitura), tornou-se somente um preguiçoso dependente.

É o mesmo que a calculadora: Se temos uma, pra quê fazer cálculos no papel? Chega uma hora que estamos tão mal-acostumados que levamos muitos minutos para resolver cálculos simples, como divisões (se o número for extenso, por exemplo), tudo isso devido ao comodismo da calculadora.

O mesmo não pode ocorrer entre nós.

O bom de sempre utilizarmos regras caseiras é que jamais pararemos de pensar mais e mais ;)

RPG é um grande incentivo à mente. Não deixe o computador pensar por você. ;)
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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Sasquatch em Sex Out 29, 2010 5:07 pm

E eu que achava que usar miniaturas de papel já era "apelação"
(só porque eu não sei fazer u_ú)

Se é pra jogar RPG assim, na mesa, cada um vai pra sua casa, baixa Dota e vai jogar.
Perde a graça do "RPG de tabuleiro".
Cadê o arremesso de miniaturas?
O mestre gritando: "Cuidado, não colou direito" ou "Essa aqui ta com a base solta, cuidado"

Daqui a pouco tem gente usando algum gerador de CG e um Project Natal pra simular as batalhas
u_ú

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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Elendil2 em Sex Out 29, 2010 6:43 pm

pois é... chegou a minha vez de sofrer para fazer as miniaturas pro meu warcraft... hehe


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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Sasquatch em Sex Out 29, 2010 9:27 pm

use a técnica infalível inflamável!
ROTIEEEEH...
*e faz cara de pidão, no melhor estilo gato-de-botas*

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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

Mensagem por Elendil2 em Sex Out 29, 2010 10:24 pm

coitado... mas fiz diferente:
"puxa tenho tantas miniaturas para fazer..."

axo que ele vai me ajudar... auhauhauha

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Re: Uso (EXTREMO) de Tecnologias em RPGs de Mesa

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