Prólogo - Destinos Entrecruzados

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Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Elendil2 em Ter Jun 14, 2011 5:50 pm

Onde os novos heróis se encontram

O Vale Cinzento já foi uma região próspera antes da Praga Mágica arruinar muitos reinos e cidades, consequentemente também o comércio de toda a Faerûn. Apesar da regressão do desenvolvimento tecnológico e economico, o mundo aos poucos vem retomando seu antigo progresso.

No Vale Cinzento fica Loudwater, ou Água Ruidosa no Idioma Comum, outrora uma cidade mas agora apenas uma vila, que fica na confluência dos rios Delimbiyr e Cinzento. Trata-se de um entreposto comercial para quem desce o rio do norte ou para quem traz suas mercadorias do oeste. Oferece guarita e descanso seguro para caravans e embarcações. Comunidades próximas, como Llorkh e Zelbross, estão em ruínas ou não passam de sombras do que foram no passado.

Perto dali, a alguns quilômetros seguindo por uma antiga estrada abandonada atravessando a floresta sul fica Winterhaven, o Abrigo de Inverno, próximo as Montanhas Picos Cinzentos. Winterhaven é menor ainda que Loudwater, mas também oferece refúgio aos incautos.

Ao Norte, erguem-se as árvores taciturnas da Floresta Alta. Ao sul, ficam os Charcos Elevados, infames pelos monstros que espreitam suas névoas, protegendo os destroços dos reinos passados.
As encostas florestais dos Montes Estelares se erguem no horizonte a noroeste e as imponentes Montanhas dos Picos Cinzentos a Leste . Esses picos brancos e recobertos pelas nuvens são um lembrete das terras selvagens além das muralhas das vilas.

O Vale Cinzento

Loudwater: "Águas Ruidosas" - vila fortificada (cidade diminuída por causa da Praga Mágica) porto seguro na região; Zelbross - comunidade que jaz em ruínas, poucos habitantes; Llorkh - vilarejo também em ruínas, covil de criminosos; Winterhaven: "Abrigo de Inverno" - vila murada que oferece algum refúgio na região.
Star Mount - Montes Estelares; Greyflow R. - Rio Cinzento; High Moor - Charcos Elevados; Highstar Lake - Lago Alta Estrela; Southwood - Floresta Sul; Dire Wood - Floresta Atroz; Graypeak Mts. - Montanhas Picos Cinzentos.
OBS: No mapa a cidade de Loudwater parece meio deslocada, mas ela se localiza nas margens do rio e não na borda da floresta sul como parece ser.



Muitos motivos podem ter levados os personagens até a região, mas o ponto de partida da aventura é o caminho de Água Ruidosa (Loudwater) até Abrigo de Inverno (Winterhaven). Se seu personagem vai buscar informções ou espionar Abrigo de Inverno, se vai atrás de notícias de algum conhecido ou parente que foi para a região, se simplesmente quer explorar as ruínas de um antigo império que estão próximas dali, ou se está em uma missão pelo seu reino ou pela sua igreja, de extrema importância... Não importa, aqui no inicio os objetivos são comuns, e ninguem se atreve a atravessar a região hostil sozinho, e devem cooperar para chegarem vivos no objetivo.

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EDU
Spoiler:
Drahen era um meio elfo andarilho, viajou arduamente da Terra dos Vales até Águas Ruidosas, passando pela odiosa Sembia e o Reino de Comyr, por todas as terras por onde passou tentou buscar entendimento sobre os estranhos fenômenos que o acometia, a magia furiosa que estava em seu corpo mas que ainda não entendia totalmente. Odiava qualquer lugar por onde passou, mesmo as pessoas que o ajudaram. O que Drahen foi fazer na região dos Vales Cinzentos? O que ele busca? Poder? Talvez tenha ouvido falar em suas andanças de algum artefato escondido nas ruínas de um castelo abandonado a séculos? Como fará para ir até Abrigo de Inverno? Descreva a aparência física de seu personagem. Como as outras pessoas o veêm!?

Hammersky
Spoiler:
Edin Van Casther chegou a Água Ruidosa acompanhando caravanas comerciais vindas do oeste, talvez de Água Profunda. Ainda tentando se esconder do seu passado e sobreviver nessa nova cidade, descobre que a influência da máfia (A Rede Negra Zhentarim) que o perseguiu tem braços mais longos do que imaginava. O que Van Casther pretende na região do Vale Cinzento? Apenas tentar fugir da sua sombra? O que o motivou para sair de Água Ruidosa para Abrigo de Inverno? Talvez uma proposta como ajudante da caravana comercial possa ajudá-lo a sair despercebido aos olhos dos Zhent? Descreva a aparência física de seu personagem. Como as outras pessoas o veêm!?

Moriph
Spoiler:
Veit Holderhek seguiu um longo caminho pelo norte e depois para o oeste, passou por lugares selvagens e hostis e mais de uma vez teve de provar suas habilidades para sobreviver. Depois viajou para o sul contornando a Floresta Alta e os Montes Estelares até chegar a Secomber. Por onde passava ia vivendo como podia, fazendo serviços de forja ou como guardião. Apesar de ter riquezas em sua casa, fazia parte do costume da sua família que os jovens passassem por essas provações. Veit tornou-se quase um explorador e finalmente chegou a Águas Ruidosas, onde percebeu o sentimento de medo novamente. Ouviu rumores da crescente influência do Império Netheril que se erguia como uma sombra além das Montanhas dos Picos Cinzentos, causando temor até nesse vilarejo distante. O que Veit busca na região de Vale Cinzento? Talvez tenha conseguido um serviço como guarda na caravana para seguir até Abrigo do Inverno? Descreva a aparência física de seu personagem. Como as outras pessoas o veêm!?

Razar
Spoiler:
Daeron Sunrise partiu em busca de seu destino. (Nem preciso acrescentar muita coisa, pois sua história se encaixou legal) O que o traz para a região do Vale Cinzento? Talvez tenha ouvido rumores de que pessoas estranhas estão buscando algo nas ruínas próximas aos Picos Cinzentos? Como fará para ir até Abrigo de Inverno? Descreva a aparência física de seu personagem. Como as outras pessoas o veêm!?

Clayman
Spoiler:
Dwalin Jotunson “Hammer of God” percorreu um longo caminho na sua jornada desde Abdar, no norte longínquo, atrevessando perigos inimagináveis e sobrevivendo para cumprir o seu chamado a servir a seu Deus. O que traz Dwalin para o Vale Cinzento? Talvez tenha recebido em sonho algum sinal de Moradin? Talvez sentiu que alguma ameaça emana de algum lugar daquela região? Como fará para ir até Abrigo de Inverno? Descreva a aparência física de seu personagem. Como as outras pessoas o veêm!?

Maka Albarn
Spoiler:
Maerk Iohikäärme perdeu quase tudo, mas sua vida fora preservada e precisava reconstruí-la. Maerk percorreu arduamente grandes distancias em sua jornada até chegar em Água Ruidosas. Por onde passou teve de provar seu valor ou derramar sangue, mas precisava cumprir seu destino. O que Maerk busca para realizar sua vingança? O que pretende na região do Vale Cinzento? Talvez tenha conseguido um emprego como mercenário ou guarda da caravana até Abrigo de Inverno? Descreva a aparência física de seu personagem. Como as outras pessoas o veêm!? Como ele lida com a desconfiança das pessoas por ser de uma raça exótica e diferente!?

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Pelo menos uma vez a cada semana alguns comerciantes saem numa comitiva de Águas Ruídosas em direção a Abrigo de Inverno ou além. Alguns dos comerciantes pagam por proteção para essa travessia, entretanto as pessoas que desejam viajar para leste geralmente esperam o momento de saída de tais comitivas para acompanhá-las e assim obter alguma segurança nas estradas a leste. Os comerciantes muitas vezes toleram esses acompanhantes por aumentar o grupo e a segurança.

Dessa forma, todos que pretendem viajar nessa direção procuram sair sempre próximos um do outro, até mesmo mantendo uma distancia que deixa os grupos vizinhos sempre à vista. Os seus personagens também estão nesse caminho, alguns podem ter conseguido algum emprego para proteger um mercador ou mesmo ajudar como transportador, outros apenas seguem a comitiva por precaução como a maioria...

A velha estrada do rei (ninguém se lembra o porque desse nome) para quem sai de Água Ruidosa, leva para leste e depois sudoeste em direção a Zelbross e Secomber, onde a estrada é ainda mais precária visto que a via fluvial (rio Cinzento) é mais utilizada.

O caminho leste da estrada segue em meio as fazendas da região, por estradas largas o suficiente para uma carroça grande passar com tranquilidade, exceto em alguns pontos arenosos. Algumas árvores fazem sombra em meio as plantações e pastos para gado, mas são poucos os fazendeiros receptivos aos viajantes, mesmo para vender qualquer suprimento. Na maior parte do trecho há uma precária pavimentação de pedras a muito tempo sem manutenção.

Depois de cerca de um dia de marcha, geralmente os viajantes chegam ao anoitecer próximos da Orla Norte da Floresta Sul. Logo a estrada deixa para trás a área rural e segue mata adentro...

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Sword Nesse prólogo vocês devem falar um pouco de seus personagens. Descrevam como é a aparência física, o estilo do seus trajes e que impressão ele causa nas outras pessoas. Depois interprete um pouco de como conheceram os outros personagens dos jogadores e as motivações para seguir até Abrigo de Inverno.

Deixarei essa parte a interpretação livre. Vocês podem escrever a trajetória do personagem desde quando partiu de Águas Ruidosas com os outros personagem até o fim do primeiro dia na estrada e procurem interagir uns com os outros. Não precisa acrescentar nada de Faêrun se não quiserem, postem de forma genérica para dar inicio a parceria e talvez amizade de vocês.

O que vocês vão fazer durante a viajem? Pararam para comer alguma coisa? Montaram barraca ou usaram sacos de dormir para passar a noite? E importante, não precisam usar apenas um post, podem fazer várias postagens inclusive conversas entre vocês!!! Vai valer XP extra quem mandar bem na inerpretação xD!!!

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por EduMReis em Ter Jun 14, 2011 9:32 pm

Spoiler:

Vagando por lugares e cidades sem trocar palavras com ninguém, assim que me encontrara em minha situação atual. As pessoas a minha volta normalmente notavam minha presença, fria porém que não passava despercebida, as mulheres escondiam-se por trás de seus leques e véls acompanhando meu caminhar com seu olhar, uma aparencia levemente inofensiva mas frívola e temerosa, não sabiam o que pensar ao ver-me passar, homens sentiam-se intimidados por causa da seriedade de meu olhar, a expressão de meu rosto era tão fria que causava calafrios naqueles que tentavam encarar-me, os nobres notavam o jovem de cerca de 26 ou 28 anos bem vestido e dotado de traços uniformes e uma longa cabeleira negra, e olhos castanhos com um tom avermelhado muito próximo da cor de sangue.

Ao ouvir o som de minha voz aqueles a quem me dirigia silenciavam-se pensando estar na presença de alguém importante.

Um mercador aceitou que eu o acompanhasse em sua caravana, a segurança seria feita por um guerreiro bárbaro. O que não me preocupava em momento algum, eu saberia me defender sem demais problemas, imaginou o mercador que minha presença ao grupo lhe traria algum tipo de credibilidade por causa de minha aparência intimidadora.

As paradas da caravana eram formadas por acampamentos localizados aos pés da estrada, onde todos montavam suas tendas e preparavam suas refeições em cnjunto o mais próximo do bárbaro que fazia a segurança. Porém preferia eu isolar-me do grupo reunido acampando não muito próximo deles, utilizando apenas um pouco da luz vinda do acmpamento da caravana.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Hammersky em Qua Jun 15, 2011 2:19 am

Buscando recomeçar em um local distante, onde seu pouco dinheiro pudera o levar passando por um ajudante com o transporte junto com uma comitiva originária de Águas Profundas, levado por mercadores que partiam em diversas direções no reino, chego a Águas Ruídosas desgastado pela viagem a principio, mas sobre tudo por acontecimentos passados!
Pouco pude revelar ao mercador responsável pela caravana, para evitar constantes interrogatórios ou conversas desnecessárias abandonando meu próprio nome, respondendo apenas por Edi, disse que tudo que tinha, embora fosse pouco, havia tudo se perdido. Sem local para retornar, sendo este o motivo de minha saída de Águas Profundas.
Constantemente coberto por sua capa e capuz, deixando pouco a mostra seus trajes, embora hora ou outra fosse possível visualizar o semblante de um jovem homem que embora novo apresente poucas expressões. Com o intuito de chamar pouca atenção pelo caminho, busca informações sobre o local de destino, entre o ouvir de conversas alheias e de informações conseguidas de um ajudante ou mesmo de outros mercadores, constata que seus perseguidores podem estar em seu enclaustro, optando assim seguir para o Abrigo de Inverno.
Durante a parada em Águas Ruídosas mais viajantes se juntam a comitiva, ofereço o continuo serviço prestado até então para continuar a viagem. Em meio aos viajantes, aparento pouca diferença entre eles, passo por mais um entre tantos a trabalhar na passagem da caravana.
Em meio às poucas paradas, com acampamentos montados e grupos formados; conversas distraídas para afugentar o cansaço e o medo surgem entre nós. Buscando abrigo perto das sombras, descansando entre árvores e uma pequena fogueira onde outros assim como eu que buscam um repouso e alimento provido do acampamento.
Entre tantos seres diferentes, quais seriam os motivos que os levam ao mesmo destino? Voltando do centro do acampamento com um pouco de comida em sua vasilha, é possível avistar a presença se uma pessoa que esta ainda mais reclusa que este, pouco iluminado pelas luzes do acampamento é difícil distinguir qual criatura possa ser. Em sinal de comprimento e mostrando que esta a o ver aponta a cumbuca em sinal de servido e embora já sabendo, resposta não obtenho daquele ser.
As horas passam, o acampamento silencia-se, ou não!
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Moriph em Qui Jun 16, 2011 4:26 am

Foram várias as situações em que Veit teve de suar para conseguir ser recompensado. Trabalhou alguns dias em uma forja nas redondezas da fronteira, foi guardião de casas, portões e quase entrou na milícia de um reino.
Mas nada o satisfazia. Não eram trabalhos ruins, pelo contrário, mas não era esse tipo de coisa que ele buscava.

Em muitas de suas andanças, conheceu um Meio-Elfo apelidado de Corvo, que trabalhava com o Mercado Negro.
Esse cara estava prestes a ser morto por rivais, quando sua vida foi salva por Veit, embora fosse contra esse tipo de vida.
Graças a isso, sempre recebia ofertas de empregos diversas através de Corvo, além de algumas informações sobre a guerra contra o Reino Obscuro. Nunca eram boas notícias.

Foi ele quem lhe disse sobre o emprego de guardião de caravanas. Poderia ser mais emocionante do que ficar parado em frente a grandes castelos apenas para ver as pessoas passando.

Chegou à cidade de Loudwater sem maiores problemas.
Suas roupas eram uma mescla de cinza e branco. Por mais estranha e suja que parecesse, aquelas roupas foram feitas exatamente daquele jeito e estavam bastante limpas. Eram feitas basicamente para se confundirem com o ambiente, tornando o descanso mais seguro.
Sua barba era longa, e trançada, bem cuidada. Era o oposto do cabelo, que parecia ter sido cortado pelo próprio machado de tão desgrenhado que era.
A visão dos outros, era um robusto Anão com uma roupa manchada. Curioso talvez, mas logo deixavam de prestar atenção nele. Comum como qualquer outro.


Conseguiu o emprego facilmente. Talvez por necessidade dos carroceiros ou talvez apenas para amenizar o medo que sentiam.
Pelo caminho ele se limitou a olhar em volta e a procurar por um improvável inimigo. Parecia mais uma viagem tranquila.

Ao pararem para o período de descanso, Veit resolveu treinar.
Utilizando um machado entalhado por ele próprio de madeira com pesos para se assemelhar o máximo com uma arma real, realizou movimentos que havia aprendido na academia.
“Ataque. Golpe lateral. Cortada à esquerda. Acima do ombro. Cortada por cima”.
O treino simplesmente o deixava mais relaxado. Diminuía sua tensão, assim como a forja.

Quando terminou os exercícios, notou a presença de duas curiosas pessoas. Havia alguém que estava oferecendo algum objeto a outro que aparentava ser sério. Resolveu iniciar um diálogo.

-Boa tarde/noite aos dois. Eu sou Veit, um dos guardas das caravanas. Como posso chama-los?
Seu tom era calmo e sereno, mas falou em voz baixa. Era um guerreiro que não gostava de ser surpreendido por ataques surpresas.

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-Nome: Eduardo “Dudu” Schneider
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Hammersky em Qui Jun 16, 2011 6:58 am

Enquanto volta ao seu local de descanso Edin visualiza e cumprimenta aquele que esta mais longe, ao se acomodar percebe a presença de um robusto anão que vinha em sua direção com palavras de saudação.
-Boa tarde/noite senhor Veit, se estiveres cansado e busca um local para repousar sinta-se a vontade para desta fogueira e de nossa presença desfrutar! Responde o desconhecido que ainda sem identificar-se faz uma análise deste que esta em sua frente, um espião ou mesmo um assassino poderia ser, e de olhos abertos sobre o guerreiro deve por hora permanecer.
-Todos me chamam de Edi, e assim com você trabalho na caravana, mas apenas como um transportador, embora seja a primeira vez que o vejo neste trabalho?
-O que estava a fazer, com todos aqueles movimentos e gestos? Buscando falar pouco e ouvir mais Edin inicia sua conversa com Veit.
Nada relato sobre o outro que a nós ainda não sei se a nós nos juntarás!
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Moriph em Qui Jun 16, 2011 7:32 pm

-Agradeço a sua hospitalidade, Senhor Edi.

Veit se sentou em volta da fogueira, colocando o machado de madeira dentro do baú que carregava junto com suas coisas.
A pergunta que lhe foi feita foi curiosa. Ela chamou sua atenção, mas a resposta de nada adiantaria para um inimigo. Talvez o jovem apenas quisesse informações sobre ele.

-Bem, é um costume de minha Casa sabe. Conseguir fama e riqueza com as próprias mãos. Mas é uma história bastante monótona.
-Aqueles movimentos são fazem parte do treinamento que recebi. Eles me ajudam a descansar, por mais estranho que pareça. Mas e você? O que o trouxe à essa caravana?

Seu tom permaneceu cordial, até despreocupado.

Enquanto falava, buscou em suas coisas seu cachimbo e fumo.
Acendeu-o com sua pederneira e isqueiro, dando uma longa tragada.
Ofereceu-o à Edi e ao homem silencioso que estava lá também.
-Experimentem. Vai ajudar a relaxarem o corpo depois dessa marcha.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Maka Albarn em Qui Jun 16, 2011 9:52 pm

Depois de sair de seu povoado, e jurar vingança àqueles que o traira, Maerk quase ficara louco de ódio. Como eles poderiam ter feito aquilo com ele, e com aquelas outras pessoas? Como? Ele decidiu que precisava ficar mais forte e poderoso, para poder tomar de volta o seu trono, numa batalha corpo-a-corpo contra aquele que o havia traído.
Sendo assim, começou sua jornada em busca de técnicas de batalhas em outros lugares. Virou um nômade que não se prendia a nada nem a ninguém. Vivia na margem das cidades, procurando qualquer trabalho que pagasse bem. Porém, os unicos empregos que conseguia era segurança para pessoas que iam fazer uma transação, ou em caravanas. Só que sua aparência não ajudava muito em conseguir bons trabalhos. Ele trazia consigo várias cicatrizes no rosto e nos braços, provenientes dos ataques de lobos ferozes e famintos, e de lutas contra ladrões das caravanas. Seu machado era vermelho vivo com inscrições negras no canto, e se destacava demais, em contraste com a cor das suas escamas.
Estas eram de um dourado que reluzia tal qual ouro, meio avermelhadas. Elas mostravam claramente a sua grande diferença das outras raças, junto com seus dentes pontudos, que passavam a impressão de que a qualquer hora, Maerk poderia tirar uma criancinha do bolso, e comer ela no jantar.
Seus braços e pernas musculosos evidenciavam que ele estava acostumado a fazer grandes esforços físicos, e lutar contra mais de um inimigo sem derramar uma gota sequer do seu sangue dracônico.

Num certo dia, de madrugada, Maerk foi convocado para ser segurança de um grande mercador de Loudwater. E como estava precisando de dinheiro para comprar uma nova armadura e mais comida, aceitou a oferta, mesmo sendo em um horário curioso. Se vestiu, comeu alguma coisa, e pagou a dona do albergue que lhe servia de casa no momento. Quando recebia esse tipo de chamada, não poderia ter certeza de quanto tempo ficaria fora, e sendo assim, pegou sua mochila e seu machado, acompanhando o senhor até um bosque alí perto. O serviço seria de segurança, mais uma vez, numa transação de negócios. O senhor que o havia procurado era uma importante figura do Mercado Negro.
Naquela cidade, ninguem podia confiar em ninguém. Era quase igual a sua aldeia, onde o mais forte prosperava.. Só que naquele lugar, não era a força que mandava, e sim o dinheiro e suas influências.
Aquela madrugada foi inesquecível para Maerk, pois fora a primeira vez que ouvira falar sobre a Orb do Fogo.
O comerciante que fora a sua casa na madrugada, falava alegremente com outro importante mercador, sobre esse objeto mágico feito de cristal que a quem possuísse, deteria em suas mãos o poder de manusear o fogo, sem que suas mãos se queimassem, assim como poderia produzi-lo e aumentar sua intensidade.
Aquele que buscava vingança logo ficou muito interessado na conversa, e tratou de ficar quieto, e absorver toda a informação que dispunha. Só que os homens falavam muito baixo, justamente para que não houvesse vazamento de informações.
Maerk apenas ouviu que a orb se encontrava em Winterheaven, e que um antigo vendedor de especiarias que alí morava, tinha maiores informações.
Na manhã daquele dia, Maerk foi para a estrada, onde se encontrava as caravanas. Estava muito acostumado a atravessar aquela floresta que ligava as duas cidades, por seus vários trabalhos de segurança em caravanas. Sendo assim, não teve dificuldades em encontrar uma caravana que precisasse dos músculos e da cara de mau dele.
Era uma caravana como todas as outras em que participara. As pessoas ainda olhavam com o receio de sempre para ele, outras tinham medo de chegarem perto daquelas escamas, e outras nem se importavam muito, como aquele jovem, que estava no seu canto, lendo um livro a luz fraca da fogueira.
Haviam várias outras pessoas, e todas falavam ao mesmo tempo, num murmurio sem fim.
Olhou ao redor, para identificar as outras pessoas, e viu várias mulheres ninando as crianças em seus colos, viu jovens que buscavam a sorte em outras terras, e um anão esquisito que deveria estar em guarda, quieto, cuidando da caravana. Ele estava sentado, conversando com outro homem sobre qualquer bobagem, e não cuidando da caravana, como deveria estar fazendo. E se fossem atacados? Ele simplismente continuaria a conversar com o humano?
Caminhou rapidamente até o anão, e disse, severo:
- Hey, anão! Pare de conversar e se concentre no seu serviço! Se você esta trabalhando com a segurança dos demais, não deve descuidar. Por essa estrada há muitos perigos, e eu não quero que você coloque a vida de outras pessoas em risco por fofoca,

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Maka Albarn em Qui Jun 16, 2011 9:58 pm

Esqueci da imagem! Desculpem!
Spoiler:


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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Clayman em Sex Jun 17, 2011 4:15 am

Spoiler:

Dwalin passou por várias provações em sua viajem, viu varias atrocidades cometidas por exércitos e bandidos em vilas pequenas, foram muitos os perigos, mas Dwalin continuou ajudando o máximo de pessoas (independente da raça) que conseguisse.

Na ultima vila em que esteve Dwalin teve que enfrentar uma luta contra um bando de saqueadores que tentavam invadir a vila, depois de uma luta, não muito difícil para um anão treinado e com a proteção do Deus Moradin, ele ganhou a gratidão de todos na vila, com sua magia de cura, ajudou as pessoas que aviam sido feridas pelos saqueadores, agradecidos, os aldeões ate o ajudaram com alimentos para que seguisse viajem e alguns, mesmo sendo humanos, queriam ouvir sobre o Deus Moradin que o dava tanta coragem e força, Dwalin era um anão de aparência seria, com cara de poucos amigos, como todo anão, mas era bondoso e sua voz grave e seria passava paz e confiança para quem escutava.

Dwalin estava ajudando muitas pessoas por onde passava e pregava para varias comunidades de anões durante sua jornada, como não tem muito o costume de viajar, era comum se encontrar digamos... meio perdido, mas sua fé no seu Deus era tanta que ele somente virava na direção onde sentia que Moradin queria que ele fosse e seguia adianta, por incrível que pareça, escapou de varias rotas perigosas por conta disso.

Seu ultimo sonho foi bem diferente dos que ele geralmente sonha, ele sonhou que estava no meio de uma multidão, seu corpo emanava uma aura dourada, mas parecia que ele era o único que podia ver, depois de andar no meio da multidão, viu mais 5 pessoas que emanavam essa mesma aura, não sabia por que mas sabia que tinha que encontrar essas pessoas, no dia seguinte, enquanto viajava, encontrou uma caravana partindo em direção ao abrigo de inverno e por fim, decidiu ir na mesma direção.

Durante a caminhada, Dwalin começou a considerar que viajar sozinho não era muito inteligente, ele lembrou que muitos clérigos de Abdar quando viajavam para muito longe sempre se juntavam a um grupo, ate mesmo por questões de segurança.

A caravana parou para um momento de descanso, o clérigo observou um jovem lendo sobe uma luz fraca e um humano e outro anão começando uma conversa, quando surge próximo a ele um Dragonato fala de modo grosseiro para o anão falando com o humano, Dwalin pediu perdão a Moradin por pensar isso mas ele não gostava de Draconatos, eles eram muito... altos.

Dwalin, que no momento estava do lado do Draconato, olhou para cima e disse calmamente:

- Ora Draconato, pelo que vejo ele não é o único fazendo a segurança da caravana e todos precisando de um momento de descanso, não acha?

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Razar em Sex Jun 17, 2011 6:42 am

Daeron teve alguns problemas logo no começo de sua jornada. Nas vilas onde parava, chamava muita atenção. Logo lembrou-se se sua raça vivia escondida, ninguém sabia se eram apenas rumores ou se elfos do sol existiam mesmo. Isso causou um série de complicações. Alguns grupos de ladrões tentaram uma emboscada para obter informações sobre a localidade de sua cidade natal. Evereska. Graças as habilidades adquiridas em seus anos de academia, Daeron escapou ileso, porém a partir desse dia começou a ser mais precavido.

Não era de se expressar muito, não gostava de falar ou até mesmo de puxar assunto sem algum motivo. Conseguiu em sua ida escondida a uma pequena cidade uma espécie de manto. Possuía um capuz e uma capa que cobria todo seu corpo, mangas que cobriam até suas mãos. Não era muito comum, mas melhor do que sair com seu rosto. Afinal, Daeron se destacava na multidão com seus longos cabelos dourados, orelhas pontiagudas e seus olhos verdes que emitiam um brilho peculiar. Possuía pele clara e um corpo atlético, nenhum músculo protuberante. Se não fosse por essas peculiares, seria um humano completamente normal aos olhos das pessoas.

Por baixo de seu manto, vestia uma túnica tipica entre os eladrins e carregava um bracelete em seu pulso esquerdo, símbolo de sua família.

Já que suas mãos eram encobertas pela manga de sua roupa, o elfo raramente largava sua espada. Segura a espada pelo cabo e sua lâmina corria junto com o prolongamento de seu antebraço. Nunca utilizava sua mão direita nessas ocasiões. Obviamente, quando ia comer, embainhava sua espada, seria difícil conseguir manejar talheres com apenas uma de suas mãos.

Percorreu assim por alguns cantos dessa terra imensa, sempre a procura de seu objetivo principal. E numa dessas suas andanças, obteve algumas informações de 2 contrabandistas conversando em uma taverna. Parecia que alumas pessoas estavam buscando algo nas ruínas próximas aos Picos Cinzentos. Poderia ser mais uma informação falsa, assim como tantas outras que já havia conseguido. Porém, era sua única pista. Gostaria de saber como seu irmão estava se saindo.

Logo partiu para aquela região. Em seu caminho nenhuma surpresa. Acostumou-se a andar no meio da multidão sem chamar atenção, agora era apenas mais um humano qualquer no meio de tantos outros. Foi assim que passou um dia em Loudwater. Ficou sabendo que não era nem um pouco prudente sair para a região dos Picos sem uma escolta ou pelo menos mais gente por perto. Para sua sorte, uma caravana estava saindo logo no dia seguinte em direção à Winterhaven.

Assim como sempre, passou despercebido no meio de tanta gente. Não estava nem um pouco interessado nas pessoas ali presente. Percebeu a presença de um draconato. Nunca havia visto um de tão perto, apenas sabia de sua existência por meio de rumores.

Logo pararam, era hora de descansar.

Daeron pode ver todos com mais calma. Algumas mães fazendo suas crias dormirem, jovens já caindo de sono e um grupo um tanto quanto muito diferente reunido. 2 anões, 1 draconato, 2 humanos. Que grupo mais estranho. E também mais barulhento. Mas resolveu ficar na sua, quieto, observar por enquanto. Não havia algum por que para conversar com aqueles indivíduos. Porém era um grupo bastante interessante. Iria ficar de olho neles.
"Essa noite irá ser longa..."
Encostado no tronco de uma árvore, Daeron volta a se concentrar em seus pensamentos.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Hammersky em Sex Jun 17, 2011 7:00 am

A conversa entre Edin e Veit se desenvolve. Pelo falar de Veit e seu jeito hospitaleiro aos poucos sinto-me confortável com a presença dese anão!
Em meio a conversa, quando estava próximo de aceitar o inigualável fumo dos anões, onde por diversas vezes ouvira histórias de sua sabor, fora interrompido pela presença de um outro ser.
Um draconato.
De todos os meus anos vividos esta era a primeira vez que estava frente a frente com um desta raça, outrora tivera visto outros de sua raça mas apenas de longe.
Destacando-se entre os ali presentes, Maerk aproxima-se quebrando a prospera conversa entre os dois ali presentes e um pouco mais afastado o meio-elfo.
Assim como fez com Veit, pouco fez, mas quando estavam para dar uma resposta ao draconato, eis que surge ao seu lado outra figura, embora menor em tamanho, mas com a mesma presença do gigante a quem o acompanha.

-Calma senhores... estamos todos aqui apenas para descansar! Diz Edin a todos com um leve sorriso no rosto amenizando o clima que estava a instalar-se nesta roda!
-A viagem foi longa, e minha resistência ão chega aos pés das vossas! E no mais, a noite é bem mais agradável quando compartilhamos gargalhadas e presenças amigáveis ao nosso redor!
-E como diz o nosso mais novo presente
(referindo-se a Dwalin), vos não sois os únicos a fazerem a segurança da caravana!!
-Sintam-se a vontade! Sentem! Compartilhem de nosso fogo! Somos todos iguais nesta caravana... referindo-se que são empregados...gesticulando mostrando os locais para eles!

Edin sabia que não era bom criar desafetos logo no inicio da jornada, e para isso tentar ganhar a confiança de alguns seria muito importante!

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Moriph em Sex Jun 17, 2011 7:53 pm

Ao oferecer o fumo, Veit conseguiu ouvir alguma coisa se movendo pela estrada. O barulho era distante, mas se movia rápido sob as folhagens.
Sua mente imaginou a cena de pontos de vistas diferentes. Poderia ser inimigos, o Reino Obscuro de Netheril, poderia ser um grupo de bandidos, poderia ser só sua imaginação, poderia ser apenas um andante das caravanas.
Escolheu não arriscar.

Colocou o cachimbo na boca, sem demonstrar ter notado a presença não identificada. Esperou que se aproximasse. Os sons dos pés eram rápidos, decididos. Parecia não se importar com o barulho. Isso é estranho para um bandido. Estranho demais.

Quando os sons se aproximaram o suficiente, Veit levantou de um salto, inesperadamente. Sua mão se moveu para o machado preso ao cinto. Estava preparado para retirar suar arma e atacar rapidamente.

Alarme falso, era um dos guardiões, o chamativo draconato. Sua expressão demonstrava um início de raiva.

Ele gritava e gesticulava que Veit não estava cumprindo suas funções. Isso deixou Veit irritado, pois aquele era seu horário de folga.
Estava prestes a iniciar uma discussão quando um anão aparece e começa a defendê-lo.
Os passos do draconato chamaram tanta atenção que não havia percebido a aproximação do outro.
Veit precisava melhorar sua audição.

Edi tenta, em seguida, acalmar os ânimos dos presentes.
Veit concordava com ele, pois haviam muitos outros, além dele, contratados. Por que o grandão se importaria justamente com ele?

-Como os dois senhores aqui disseram, todos merecem um descanso. Principalmente quando aquele com quem gritavas está em seu horário de descanso. Ademais, nunca grite sem se anunciar primeiro, pois quase te confundo com inimigos. Vamos, sente-se aí. Creio que 5 minutos de descanso não matam ninguém. Fumo?

Disse oferecendo o cachimbo.
Seu mestre havia dito que todos eram inocentes antes de provarem o contrário, mas aquele draconato era muito suspeito.
E não somente ele. Havia um vulto nas redondezas.
Veit não conseguiu saber quem ou o que era, mas ficou curioso.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por EduMReis em Sab Jun 18, 2011 12:59 am

Um homem apresenta-se próximo de mim oferecendo-me comida. De certa forma tive de admirar sua "coragem" por tentar falar comigo. Fora ele o primeiro a tentar.

"Meus agradecimentos caro rapaz, devo parabenizá-lo por sua iniciativa de contatar-me. Geralmente as pessoas sentem-se meros plebeus diante de minha presença, admiro sua atitude."

Peguei o prato que me oferecia o jovem, esperando que ele sentisse mais a vontade em minha presença, ter aliados poderia me ser útil ao cumprimento de meus objetivos.

Logo mais ele afastou-se e seguiu em direção ao acampamento principal.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Hammersky em Sab Jun 18, 2011 5:17 pm

Ao entregar o prato ao rapaz de vestes elaboradas e ao ouvir o seu agradecimento, embora um obrigado seria o suficiente, respondendo:
-Não julgo as pessoas ou criaturas por sua aparência ou suas vestes, se quiser se juntar a nós para passar esta noite garanto que será melhor que focar a sós.
Enquanto isso o Anão estava a caminho!
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Elendil2 em Dom Jun 19, 2011 5:40 pm

OFF> Para não enrolar muito vou dar continuidade, mas peço que vocês terminem a interpretação dessa parte em volta da fogueira. Acontece que alguns demoram muito a postar. Continuem essa interpretação, descrevam suas ações depois, se foram dormir!? Quem ficou vigiando!? Etc... usem a imaginação. Depois criem uma resposta para esse post!!! ON>



Antes de o sol nascer, muitas pessoas já estavam desmontando suas barracas e preparando para partir. A vida se tornou muito mais difícil depois da praga mágica, muitas coisas aconteceram nesses mais de 90 anos. O comércio praticamente ruiu, pois os grandes reinos entraram em crise e essa região chamada de Vale Cinzento, conhecida por ser um entreposto comercial, entrou em séria decadência.

Dentre aqueles (jogadores) que estavam reunidos em volta da fogueira, praticamente nenhum dormiu realmente, mas tiveram um bom descanso. Era hora de levantar acampamento e voltarem para seus afazeres ou apenas sua jornada...

As árvores da borda da floresta Sul já se erguiam a frente e a estrada seguia por meio delas se perdendo na escuridão adiante. Os primeiros raios solares anunciavam a aurora do mundo enquanto todos entravam na estrada da floresta.

Um dos líderes da caravana, responsável pela segurança, aproximou-se do grupo (seus personagens estavam relativamente perto um do outro), a barba branca do senhor denunciava seus aparentes 50 anos de idade, mas possuía um porte musculoso e respeitoso. Vestia uma cota de malha embaixo de um colete e tinha a cabeça coberta por uma coifa de anéis metálicos. Trazia uma espada longa embainhada presa ao cinto. Falou de forma cordial mas com autoridade, enquanto tentava controlar seu agitado cavalo (talvez o animal ainda tenha medo do grande draconiano).

-Senhores aqueles que tenham obrigações para com a caravana peço para seguirem em patrulha na frente da comitiva. Vejo outros que acompanham a comitiva oportunamente, meu nome é Johan e sou o responsável pela segurança. Gostaria de pedir encarecidamente para acompanhar os patrulheiros como forma de agradecer nossa hospitalidade e tolerância. Obrigado pela Atenção!

O cavaleiro puxou as rédeas e conduziu seu cavalo, que ficou feliz em se afastar do draconiano, para supervisionar a caravana que já estava quase partindo.

Agora restava ao grupo a vanguarda da comitiva. A estrada para dentro da Floresta Sul era mais estreita que o trecho anterior. Em muitos pontos o mato já quase cobria e as colunas de árvores aproximavam da estrada, estreitando-a ainda mais. Isso deixava claro que eram poucos que faziam a manutenção dela hoje em dia. Provavelmente as carroças teriam de passar em fila indiana. Em outros pontos ao longo da estrada havia algumas clareiras e gramíneas ao invés de árvores ao redor da estrada e algumas pedras grandes aqui e ali. As árvores não eram tão altas, mas algumas deviam ter uns 30 metros ou mais, era muito difícil enxergar muito longe entre elas, pois sua proximidade e o emaranhado de vegetação impediam a luminosidade.


A estrada pela Floresta Sul

Interpretem as interações entre vocês, não sei o que acharam da ideia de trabalharem juntos depois dos atritos da primeira noite. Determinem como prosseguiram pela estrada e quem vai estar mais a frente ou mais a retaguarda, é possível andar até três pessoas lado a lado. No fim do post rolem um d20 e indiquem o seu modificador da perícia percepção.
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Sword *Para quem não sabe a Coifa de malha metálica, é mais ou menos assim:
* Quem ainda não terminou a interpretação da noite anterior pode fazê-la no mesmo post que responderá esse.
* OBS: Não quero ninguém dando uma de machão e negando o pedido do Sr. Johan, pois aqueles que não estão trabalhando, estão aproveitando da segurança da comitiva como um todo, então não há problema em ajudar!!!
*OBS 2: As perícias treinadas estão indicadas na ficha de vocês aqui no fórum. Se não for treinado na perícia percepção adicione o modificador de sabedoria ou confira na ficha do excel que mandei atualizada no e-mail de cada um. Quem não indicar o modificador considerarei o dado "seco".
É fácil, faça como no pokemon, exemplo: Percepção +2 e role o d20

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Hammersky em Dom Jun 19, 2011 6:39 pm

Até então todos os ali presentes em volta da fogueira buscavam a mesma coisa embora não demonstrassem espantar uma possível solidão.
Em meio a um primeiro encontro conturbado todos estavam se acostumando com a natureza e o jeito de cada um. Um grupo estranho havia se formado, ao menos o que parecia! Dois Anões, um Draconato, um Elfo e outro meio Elfo e um Humano. Será que suas diferenças seria um problema para a comitiva? Só o tempo poderá responder, mas enquanto isso a noite passa e sem mais problemas estávamos nos conhecendo, aos poucos.
Entre conversar e trocas de olhares a noite se prolongava e todos necessitavam de descanso, Edin pudera descansar seu corpo, não seria atacado pelas pessoas que estavam ao seu redor. A noite passa e antes do amanhecer são chamados a seus deveres na caravana por Johan, despedindo-se de seus novos conhecidos logo apresenta-se ao trabalho, embora esteja apenas encarregado de transportar caixas e mantimentos, faz parte da guarda de sua “carruagem”.
Não sabe exatamente o que esta a carregar e proteger, mas ela esta posicionada entre a frente e o meio da comitiva, desprovido de cavalo fica a acompanhar em pé ao lado do comboio, sempre a vista de guardas entre eles Veit, Dwalin e Maerk. Os demais no momento estão fora da visão de Edin, mas devem estar por perto!
A caravana move-se lentamente pela estrada todos apreensivos com a travessia pelo caminho com pouca iluminação e visões prejudicadas. Para Edin, permanecer nas sombras não seria problema, mas a segurança da caravana e dos demais poderia estar em jogo!

OFF: Não coloquei diálogo com outros por não saber das ações e posições dos demais!

Se compreendi corretamente:
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por EduMReis em Seg Jun 20, 2011 2:06 am

Um contato com alguém e nada mais, nada me fez colocar-me junto a os demais viajantes. Mas podia os observar em torno da fogueira que ali estava. Adormeci escorado a uma árvore, meu sono era deveras leve e pela madrugada acabei acordando com o som do vento nas árvores na encosta da floresta. Olhei a lua reluzindo no céu fazendo-me recordar de meus bons momentos no vilarejo onde morava. Os viajantes do entorno da fogueira ainda estavam acordados em sua maioria.

Amanhecendo o sol timidamente aparece aos poucos do lado leste da floresta, deixava o céu alaranjado e logo clariando os entornos da floresta enquanto o acampamento era desmontado por completo.

Nossa peregrinação continuava e entravamos em uma percurso mais estreito da estrada, o homem encarregado da segurança nos solicitara ajuda na escolta da caravana. Sem dizer nada apenas dirijo-me a uma posição estratégica andando ao lado de uma das carruajens puchadas por animais.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Clayman em Seg Jun 20, 2011 6:52 am

Após seu comentário ao Draconato, Dwalin o ignorou, cumprimentou o Anão e os outros dois humanos que estavam perto da fogueira, depois de um tempo ele foi perceber que na verdade um deles era um meio elfo, oque para ele não fazia diferença.

– Boa noite viajantes, me chamo Dwalin Jotunson, sou um clérigo a serviço de Moradin e se não for incomodar gostaria de me juntar a vocês próximo a essa fogueira.

Ao amanhecer, Dwalin foi chamado para ajudar na segurança da caravana junto ao meio elfo, humano e o anão que estavam com ele próximo a fogueira e também o Draconato da noite passada (oque não o deixou muito animado), tinha também um sujeito misterioso de capuz que Dwalin não lembrava de ter visto perto da fogueira.

Dwalin ficou mais para traz do grupo, andando com calma e atento.


Percepção +3

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Rolador em Seg Jun 20, 2011 6:52 am

O membro 'Clayman' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'd20' :

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Razar em Seg Jun 20, 2011 8:31 am

Daeron ficou de olho no estranho grupo que havia se formado perto da fogueira ai próxima. O grupo mais estranho do mundo. Parecia uma reunião dos guardas da caravana, resolveu não se meter. Por enquanto.

Já era tarde, e muitas pessoas ainda não conseguiam dormir. Alguns por estarem de guarda, outros por não confiarem nesses guardas. De qualquer forma, Daeron deu uma ultima olhada para o grupo que ainda conversava, estava realmente interessado neles. Talvez algum tivesse alguma informação sobre a arma que estava procurando.

Recostando-se na árvore, era hora de descansar.
---
(OFF: Aqui vai ser o espaço para os pensamentos de Daeron enquanto dorme. São 4 horas de meditação... Então vou colocar frases resumidas do que pensou)
"Poderia a arma estar nos Picos Cinzentos? Nunca ouvi falar desse local antes..."

"Aquele grupo é realmente peculiar... Talvez... Devesse ficar atento..."

"Parece que não houve problemas até então..."

"Como anda a procura de meu irmão?..."
---
Descansou por 4 horas, como de costume. Acordou ainda de noite, com muitas pessoas acordadas. Parecia que todos temiam aquela rota, mas por que? Apesar de ser realmente cauteloso, mas via o porque das pessoas não dormirem.

Isso não era problema dele no entanto.

Demorou um pouco para o Sol aparecer dentre as árvores. Ocupou-se seu tempo com sua espada. Levantou-se e foi para um canto. Obviamente ninguém o seguiria, afinal, era só um homem que se levantara para ir fazer suas necessidades.

Entrou um canto isolado, sentou perto de uma árvore e retirou sua espada. Apoiou-a em suas pernas que estavam cruzadas. Passou sua mão uma vez por cima da lâmina que começou a emitir um leve brilho amarelado. Passou novamente, dessa vez seu brilho se intensificou. Passou seu tempo lá, concentrado em sua meditação. Porém, não demorou muito e as primeiras flechas de luzes começou a surgir. Daeron parou sua meditação, era hora de voltar. Guardou novamente sua espada em sua manga. Poderia precisar dela.

Ao voltar para o acampamento, havia um senhor de uma idade já avançada, porém ainda com um grande porte físico. Parecia que estava começando a falar com os guardas da caravana, aproximando-se um pouco, consegue ouvir o pronunciamento.
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O senhor estava certo. Daeron era honesto, se estavam oferecendo proteção de graça, ele pelo menos iria ajudar. Afinal, não iria lhe custar absolutamente nada. O chefe da segurança deu meia volta e foi checar o resto de sua comitiva.

O grupo estranho visto noite seria o responsável pela vanguarda. Seria... interessante.

O caminho era mas fechado do que o do dia anterior. O caminho era estreito, passava 2, no máximo 3 pessoas lado a lado por ele. O elfo permaneceu atrás do grupo. Sabia que já tinham notado sua presença ali, não se importava. Estava á apenas à pedido do senhor Johan. A comitiva vinha logo atrás e a frente o desconhecido.
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Maka Albarn em Seg Jun 20, 2011 5:40 pm

Enquato falava com o anão, que deveria estar fazendo o seu trabalho, um monte de estranhos se intrometeram. Maerk não gostava de estranhos.. Muito menos aqueles que se metiam onde não eram chamados. Involuntariamente, sua mão desceu até o cabo de seu machado, e seus dedos acariciaram o pequeno dragão talhado em ouro, que havia lá. Esse dragão, esculpito por mãos anãs, ajudava Maerk a se lembrar do propósito daquele machado: Matar dragões. Respirou, e se acalmou. Resolveu evitar quaisquer brigas e discussões, afinal, isso não o levaria a nada.
- Ora Draconato, pelo que vejo ele não é o único fazendo a segurança da caravana e todos precisando de um momento de descanso, não acha?
- Segurança da Caravana... Coisa que nem deveria ser... - Resmungou para si mesmo, enquanto voltava para o seu lugar de guarda, outras pessoas falaram alguma coisa sem importância sobre descançar e comer. Será que eles não sabiam como aquele lugar poderia ser perigoso? Claro que não. Talvez fosse a primeira viagem deles por alí, e por isso achavam que tudo era traquilo por alí. Mas Maerk sabia que não. Já houveram muitos combates ferozes por alí, com derramamento de sangue de mulheres e crianças, justamente por falha na segurança. Ele não deixaria aquilo acontecer de novo. Não enquanto estivesse na segurança... "Mas se for pelo toquinho alí, vamos todos morrer...". Assumindo sua posição na guarda, olhou de relance para o grupo que se reunia em volta da fogueira... Pelo jeito, a viagem seria muito longa..

Depois de terminar seu turno, por volta das 3 horas da madrugada, o anão assumira seu lugar, e finalmente, o dragonborn pode dormir em paz.
De manhã, levantou mais cedo que muitos, e foi preparar seu café da manhã. Usou o calor da fogueira, que o grupo estranho não deixara morrer, e fez seu mingal de aveia.
Quando acabou, muitos já haviam levantado e estavam começando com o seus respectivos cafés da manhã. A falatória havia começado novamente. Será que esses malditos humanos não consguiam calar a boca por um minuto sequer?
Maerk venerava o silêncio. Ele sempre o ajudava a encontrar respostas para suas perguntas interiores, e a refletir sobre qual rumo sua vida deveria tomar. E agora estava alí, no meio daquele bando de barulhentos asquerosos.
Enquanto guardava os seus pertences, percebeu que um cavalo se aproximava. Levantou a cabeça, e se viu frente a frente com Johan, o chefe da segurança. Era ele quem pagava a Maerk. Sabia de cor o que ele iria falar. Era quase religioso ele se apresentar aos novatos.

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Voltou sua atenção a mochila, e riu, ao pensar no cavalo medroso. Sozinho, pôs-se a andar atras da comitiva, somente com seus pensamentos, e finalmente, em silêncio.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Moriph em Seg Jun 20, 2011 7:38 pm

Veit ficou realmente ofendido. Aquele Draconato simplesmente veio reclamar e, vendo que o anão tinha aliados e argumentos válidos, simplesmente dei meia volta e foi embora.
Ele aceitava que muitas pessoas não gostavam de discutir, mas aquilo era ridículo. Aparentemente, o grandão era bastante cabeça dura, resolvendo seus problemas com os punhos e não com inteligência.

"Mais que cara mal humorado." pensou Veit. Resolveu ignorar o fato, pois brigas sem sentido não levavam a nada.

-E você companheiro? O que o trás a essa comitiva? perguntou ao recém chegado anão. - Eu sou Veit. E o senhor, quem és?

Em vários momentos, teve a sensação de estar sendo observado e, sempre que buscava observar em volta, via aquele vulto solitário.
Poderia ser um inimigo. Um malicioso seguidor do Reino Obscuro. Esse pensamento era suficiente para querer decepar a cabeça do anônimo.
Porém seu ensinamentos falavam mais alto. "Todos são inocentes até provarem o contrário, então não julgue as pessoas por sua aparência" era o que Oskar, seu mestre, havia lhe ensinado.

Mas que motivos teria alguém para ficar tão afastado?
Vei teve de se contentar, pois sabia que haviam peculiaridades assim em algum lugar.


Não dormiu nada. Seu sono parecia ter sido aniquilado pelas diversas perguntas que vinham a sua mente e cada barulho na estrada o fazia alerta. E a noite foi bastante barulhenta.
Mas, com o raiar de um novo dia, houve uma movimentação diferente.
Seu superior havia requisitado a ajuda daqueles que não foram contratados para ficarem de olhos abertos.

Sem discutir ou falar alguma coisa, se posicionou na frente da comitiva. Sua posição era estratégica: nem na frente, nem a trás, pois era um Defensor. De nada adiantaria se estivesse longe daquilo que defenderia.

Sem rodeios, empunhou seu machado e tratou de observar calmamente os arredores.
E novamente seu treinamento veio a calhar. Observava sempre de um lado para o outro, mas nunca mantendo um padrão. Virara o rosto repentinamente para os lados e sempre que sentia algum movimento, não fixava o olhar no lugar. Isso dava uma falsa sensação de proteção a qualquer um que estivesse se escondendo, ocasionado um aumento em sua negligência.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Elendil2 em Ter Jun 21, 2011 6:38 pm

A brisa que sopra é fria e reconfortante. O sol já está forte no leste, provavelmente deve passar das dez horas da manhã. O cheiro do orvalho e de musgo ainda pode ser sentido levemente. A estrada é nivelada, mas de vez em quando, surge uma ou mais pedras antigas no chão de terra, indicando que ela já foi pavimentada um dia.

Somente para Daeron e Maerk (19 e 20 na percepção):
Vocês observam pegadas em várias direções no solo, muitas delas feitas por criaturas pequena e com garras. [OFF: Não quer dizer quase nada, pode ser animais ou algo assim, mas vocês já ficam espertos. Interpretem.]

O trecho que a vanguarda da comitiva seguia estava mais estreito agora, provavelmente as carroças teriam dificuldade em passar agora. O chão da estrada estava quase todo coberto pela vegetação. E mais a frente havia um tronco caído bloqueando a passagem. Seria necessário retirá-lo para as carroças passarem...

[OFF: Aqui, alguns de vocês (provavelmetne Veit, Maerk, Dwalin) irão usar a força para retirar o tronco, quero que interpretem. Mas Maerk e Daeron são os únicos que acham isso estranho, o que farão? Sacarão as armas ou tentaram avisar os outros? !!]

Ao se aproximarem do tronco, Maerk e Daeron houvem ruídos entre as árvores de ambos os lados. (independente se tentaram avisar ou não os companheiros...) Azagaias zunem entre os personagens, somente Maerk e Daeron perceberam poucos segundos antes.

RODADA SURPRESA:
[OFF: Para quem não sabe, azagaia é uma pequena lança usada como arma de arremesso. Será um ataque contra cada um do grupo. Todos os personagens com exeção de Maerk e Daeron estarão surpresos, o que quer dizer que terão penalidade de -2 na CA na rodada surpresa e não agirão nessa rodada]
> cada ataque tem dano fixo igual a 4 caso acerte!
Maerk (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
18
Veit (+7 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
5
Dwalin (+7 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
10
Daeron (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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Edi (+7 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
16
Drahen (+7 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
16


Pequenas criaturas escondidas nas árvores e atrás das rochas saltam para a estrada e correm em direção a vocês. Guinchando e gritando os pequenos humanóides atacam. Eles têm escamas e são da cor da ferrugem, com cabeças de répteis e caudas.


RODADA EMBOSCADA:
[OFF: Cada um será atacado por um Kobold. Nessa Rodada somente Maerk e Daeron poderão agir, devem rolar a iniciativa e depois descrever a ação, rolando o dado respectivo e indicando o modificador. Os outros só agirão no próximo turno.]
Iniciativa dos Kobolds (todos juntos para agilizar) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
2
> cada ataque tem dano fixo igual a 4 caso acerte!
Maerk (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
14
Veit (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
6
Dwalin (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
12
Daeron (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
8
Edi (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
20
Drahen (+5 vs CA) Elendil2 efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
7


_______________________________________________________________________________________
Sword * Somente a Maka e o Razar devem postar um resposta com a ação que escolher. Interpretem que estão numa estrada estreita (como um corredor com as árvores como parede). Não esqueça de rolar 1d20 para a iniciativa, 1d20 para a ação (provavelmente um contra ataque de vocês) indicando o modificador a ser adicionado (eu escrevi nas fichas do excel), e já deve rolar o dado do dano também, indicando também o modificador de dano (eu escrevi alguns nas fichas do excel).
* A ordem em que vocês estavam é mais ou menos a mesma que postei os ataques, com Maerk e Veit na frente, Dwalin e Daeron mais ao centro e Edi e Drahen na retaguarda.
* Descrevam a ação de vocês antes de rolar os dados, expecifiquem o que irão fazer e interpretem como se fosse um acerto. Se ocorrer de falharem eu interpreto como foi a erro.
* Estou preparando o grid para o próximo post e um tópico para auxiliar as dúvidas do sistema.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Razar em Seg Jun 27, 2011 7:51 am

A brisa batia contra a face de Daeron de forma refrescante. Os raios revelavam traços de seu rosto, os bons observadores já tinham uma ideia de como era sua face. Nada muito conclusivo.

A velha estrada do rei, se é que estavam nela ainda, parecia que já fora uma rota real antigamente. Hoje era só mais um estrada abandonada. Seus olhos percorriam de um lado para outro, arvore em arvore, pegadas em pegadas.
"Pegadas?"

Aquilo chamou a atenção do elfo, tentou buscar em suas lembranças algum animal que teria aquele formado. Nada. Mas talvez fosse alguma criatura que não tinha em sua região, não era motivo de alertar o grupo. Era motivo de desembainhar sua espada. Alguns dos grupos, os mais experientes, já estavam com suas armas em mãos.

Mais a frente a estrada ficava mais estreita, ao olhar para trás percebe algumas pessoas discutindo sobre a passagem das carroças. Seria uma passagem difícil. Quando seus olhos retornam a sua frente, havia um tronco. Porque um troco logo ali? Veit, Maerk, Dwalin deslocam-se para retirar o tronco da frente. Tudo muito suspeito, tudo muito estranho. Daeron firma sua mão esquerda no cabo de sua espada.
-Vocês não acham estra...

Daeron falava enquanto aproximava-se do tronco, sua fala foi cortada por barulhos vindo.

Emboscada.
"Maldição"
-CUIDADO!

Mal podia saber se tinham ouvido sua voz. Uma azagaia zumbe em direção ao peito do elfo, cortando o ar num arremesso preciso. Com um bom reflexo, Daeron utiliza a lâmina de sua espada para desviar a trajetória do objeto, que crava numa arvore não muito longe.

Pequenos seres reptilianos saltam de todos os lugares, tudo aconteceu muito rápido, mas Daeron já estava mais atento. Rápido e sem escolher muito, o elfo sibila rapidamente um pequeno encanto ensinado na academia. Alguns símbolos estranhos, para aqueles que não estavam acostumados, começaram a surgir nos pulsos da criatura que partia em direção de Maerk. Já que apenas as mãos do elfo estavam amostra, ninguém percebeu as mesmas marcas em seus pulsos. Talvez, ninguém tivesse percebido que ele havia dito algo...

Ao terminar o encanto, uma das criaturas já estava quase o furando com sua pequena lança. Mais uma vez seus reflexos se mostraram preciosos. O elfo flexiona rapidamente ambos os joelhos e pula para o lado, desviando de um ataque que mirava em seu abdômen.

Sem perder tempo, Daeron ginga com a espada e parte para cima de seu atacante. Utilizando-a como se fosse uma lança, desfere um golpe na altura do pescoço, buscando furar o pequeno ser lagarto.

Daeron não percebe, mas sua toca já havia caído.

---

Iniciativa +1
Razar efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
17

Ataque (+5 VS. CA)
Razar efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
15

Dano +2
Razar efetuou 1 lançamento(s) de dados (d8.) :
8

_________________

Spoiler:

RIP - Delvar Punhodiferro
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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

Mensagem por Hammersky em Seg Jun 27, 2011 5:03 pm

A caravana estava apreensiva, o caminho a seguir fechava-se cada vez mais aos seus olhos e a luz entre as folhagens das árvores ao redor da estrada.
O som do balançar dos galhos, o vento passando entre as pessoas e as carroças, tudo aquilo e Edin ainda tinham que tomar conta de sua mercadoria. Aqueles que outrora estavam reunidos ao redor da fogueira ou nas proximidades estavam todos ali, distribuídos entre a caravana para melhor distribuição de tarefas.
A estrada que já fora utilizada para passagem de reis, hoje se encontra em estado deplorável e desgastada pelo tempo, dificultando ainda mais a passagem das carroças por ali. Quase ao fim da caravana, Edin divide sua atenção entre o caminho tortuoso, a carroça e a floresta. Não seria possível atravessa-la sem serem incomodados por encontros indesejáveis.
Uma breve conversa com o guia da carroça, Edin desconcentra-se por uns instantes da caminhada, tempo suficiente para que o condutor perca a atenção das demais carroças a sua frente que para devido a um obstáculo que impede a passagem de todos. A surpresa do guia fora repassado aos cavalos que estes se desalinham dos demais, saindo do caminho causando uma leve inclinação para o lado de Edin!
Tendo a eminencia de ter o peso da carroça sobre seu corpo, o ladino perde a floresta de vista justo quando não deveria. Quando toma consciência da situação é tarde demais! Criaturas escondidas na floresta atacam a todos, e como punição Edin é surpreendido por uma lança que atinge em cheio seu corpo deixando-o sem reação ao primeiro encontro com as criaturas.

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Re: Prólogo - Destinos Entrecruzados

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