De alguma mesa de RPG para a vida real...

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De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Albrecht em Sex Set 30, 2011 3:34 pm

Bom dia gente boa do fórum!

Algum de vocês já imaginou se alguém na vida real conseguisse fazer "metade" do que nossos loucos-insanos-e-nonsenses personagens fazem em nossas mesas de RPG quando tiramos algo tipo 4-5 sucessos críticos seguidos?

Algum tempo atrás, passeando pela rede achei um tópico falando sobre soldados da vida real que ficaram marcados na história pelos seus grandes feitos. Compartilho este conhecimento agora com vocês (caso vocês ainda não tenham visto).

P.S. Desta vez não vou citar a fonte, pois já vi sendo postado em vários lugares. Então, não seria justo dar crédito a alguém sem saber quem realmente foi o autor.

Chega de lenga-lenga e vamos à lista de 10 soldados que deixariam o Rambo com inveja!(por algum motivo eu não posso postar fotos, vai ver é por isso que eu escrevo tanto...)

1. James Robison

Em 11 de abril de 1966, a companhia Charlie com 133 homens e mais Robison, foram incumbidos de atrair 400 vietnamitas em uma missão que tinha tudo para dar errado. E deu. Na Batalha de Xa Cam My, o resultado foi catastrófico para essa companhia, que além de não conseguir cumprir com o seu proposito, ficou em meio a um cerco de vietcongs que abriram fogo nos pilantras invasores. Enquanto as metralhadoras dos vietnamitas picavam feito papel a companhia Charlie, Robison empunhou um lança grana e botou o terror no campo de batalha. Primeiro, acabou com os snipers, correndo ao redor do centro de batalha lançando explosivos nos atiradores. Depois salvou os médicos e os suprimentos. Mas isso não foi suficiente porque durante esse período, o resto da companhia estavam tão enrascados que o seu campo de defesa já havia sido destruído por uma das metralhadoras inimigas e estavam recebendo ataque direto. Ao ver isso, Robison decidiu que tinha que fazer alguma coisa. Correu para cima da metralhadora, com uma granada em cada mão. Levou inúmeros tiros e continuou correndo. Então, os vietcongs assistindo essa cena tanto quanto bizarra, decidiram tostar o sujeito já que ele não caia com balas. E tocaram fogo em Robison. E não adiantou. Ele continuou correndo até chegar na metralhadora, num ataque suicida com explosivos que mandou os pedaços dos vietcongs pelos ares.

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2. Bhanbhagta Gurung

Bhanbhagta Gurung, nascido no Nepal, é reconhecido por suas ações de um dia na II Guerra Mundial. Ele recebeu a Victoria Cross – a mais alta honraria disponível para os soldados britânicos. A melhor maneira de apreciar seu jeito fodástico de ser é ler o que os jornais de Londres disseram das suas obras: “Em 05 de março de 1945, em Snowdon-East, próximo Tamandu, Birmânia, Gurung e sua unidade encontraram o inesperado. Seu pelotão, de um momento para o outro, ficou preso por um sniper inimigo, e estavam sofrendo baixas. Como este atirador infligia baixas na seção, o fuzileiro Bhanbhagta Gurung, sendo incapaz de atirar da posição que estava, deitado e rastejando, levantou-se totalmente, ficando exposto ao fogo pesado e calmamente matou o atirador inimigo com seu rifle, salvando assim o seu ponto de sofrer mais vítimas. [Certamente o sniper levou um susto por ver o que o maluco fez e nesse meio tempo foi morto]

“Então o pelotão começou a avançar novamente, mas logo ficou sob fogo pesado mais uma vez. Sem esperar por ordens, Gurung saiu correndo para atacar o primeiro inimigo nos seus buracos de raposa. Jogando duas granadas, ele matou os dois ocupantes e, sem qualquer hesitação, correu para o inimigo do buraco de raposa mais próxima e matou os japoneses com sua baioneta. Em seguida, cancelou mais dois buracos de raposa com sua baioneta (adaga que fica fixada no rifle) e uma granada. Durante seus ataques aos quatro buracos de raposa, o fuzileiro Bhanbhagta Gurung foi submetido ao quase contínuo e à queima-roupa tiros de metralhadora de um bunker . Pela quinta vez, Gurung avançou sozinho contra o fogo inimigo pesado para derrubar seus opositores. Ele correu e pulou no telhado do bunker de onde tocou as granadas por uma fenda. Gurung esperou os soldados japoneses correrem para fora do bunker, matou todos eles , e depois avançou para dentro do bunker apertado, onde se responsabilizou em dar cabo dos demais japas que morrem sem sequer saber o que ocorria”.

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3. Thomas Alfred “Todger” Jones

Thomas Alfred Jones era um tanto excêntrico, começando pelo seu apelido “Todger” (uma antiga gíria para pênis). Não, ninguém sabe como ele ganhou esse apelido e também não faço questão de descobrir. Jones serviu a Grã-Bretanha na ofensiva do Somme, uma das batalhas que mais trouxeram baixas para o exercito britânico na História. Em 25 de dezembro de 1916, os britânicos haviam capturado a aldeia francesa de Morval e estavam em processo de edificação das trincheiras. Jones e o resto da unidade ainda estavam se recuperando da ultima batalha, cavando e jogando conversa fora quando um atirador começou a abrir fogo contra eles. O ataque deixou vários homens feridos …. todos estavam perdidos, sem saber o que fazer contra o ataque surpresa. Foi então que um dos atiradores acertou o garoto mais jovem do pelotão. Sua cabeça explodiu na frente Jones. Conta os documentos históricos que nesse momento Thomas foi tomado por uma fúria tão grande que sequer se importou com o fato de estarem sob fogo inimigo. O menino virou o capeta em forma de gente. Pegou o rifle mais próximo e desobedecendo as ordens do comandante, saiu correndo em direção as trincheiras que os inimigos haviam tomado. Em campo aberto, Thomas era um alvo fácil e já no inicio da sua veloz corrida foi atingindo nas costelas. Outro tiro ultrapassou o seu capacete, que voou da sua cabeça…mas quem é que precisava dele mesmo, não é? Os inimigos estavam prestes a descobrir que mexeram com o cara errado. Ferido mas ainda mais veloz que avestruz no cio. Quando Jones alcançou a distancia certa para conseguir atirar com o seu rifle, parou e mandou para o atirador a passagem só de ida para o inferno. Quando alcançou a trincheira, pulou feito um louco sob os inimigos, que certamente borraram as calças … imediatamente após morreram para os tiros certeiros de “Todger”. Ao ver todos no chão, Jones voltou sua fúria para o abrigo ao lado da trincheira. Sem pensar duas vezes, pegou uma granada e arremessou para dentro do abrigo. Nesse momento, três soldados saíram, com as mãos para cima, entre eles, um que falavam palavras de rendição em inglês. Thomas pensou rapidamente e aproveitou a deixa do soldado. Colocou uma grana na boca de um e forçou ao que falava inglês dizer para os demais saírem do abrigo pois estavam “cercados” ( esse fdp era dos bons, “estavam cercados”…por um único cara… risos) . Dada a ordem pelo oficial do exercito adversário, um por um, os soldados inimigos começaram a sair com as mãos para cima, rendidos. Ao todo, cerca de 102 soldados saíram do abrigo. Porém nem todos eram tão idiotas assim e perceberam que Jones era o único e solitário inimigo. Alguns deles decidiram correr para dentro do abrigo novamente e pegar os seus rifles, mandando bala contra Thomas. Mais furado que queijo suíço, Jones caiu e quando ia dar seu suspiro final, eis que surge seu batalhão e dá um fim a unidade inimiga ( visto que mais da metade ainda estava desarmada e sem saber o que estava acontecendo. A lição que aprendemos com essa história é que nunca devemos mexer com um sujeito que tem como apelido uma gíria referente a pênis.

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4. George Cairns

George Cairns era membro da Chindits, uma força especial dos aliados na Segunda Guerra Mundial. Em 1944, sua unidade se encontrava nas selvas da Birmânia lutando contra os japas. Em março daquele ano, os Chindits foram incumbidos de uma missão impossível, a chamada Operação Quinta-feira. Em resumo, essa operação tinha como objetivo construir pistas de pouso para os aviões pousarem com carga e tropas. Se construir um mini-aeroporto já não é nada fácil, imagina fazer isso em uma floresta infestada de inimigos.

Os Chindits foram enviados à um ponto próximo do local onde seria construído o aeroporto, uma colina chamada Henu. Os japoneses estavam no controle do local e uma terrível batalha pela colina começou a ser travada. Em determinado momento, os Chindits comunicaram a sede que era impossível atravessar a muralha de balas que as metralhadoras inimigas impuseram. A resposta da sede foi clara e direta: “Dane-se, conquiste essa colina RÁPIDO!”. Depois de horas e horas de fogo cruzado, a munição começou a acabar para ambos os lados e essa foi a oportunidade que os Chindits esperavam para penetrar na base inimiga. O combate dentro da base foi travado no corpo-a-corpo, Chindits empunhando suas baionetas e os japas, katanas. No fervor da batalha, um oficial japonês decepou a mão direita de George. Que erro! Talvez se ele tivesse ficado com as duas mãos, o rumo pudesse ter sido outro. Cairns liberou sua ira e matou o filho de uma cadela que tinha arrancado sua mão fora. Enlouquecido, pegou a espada que havia decepado sua mão e saiu em disparada para cima dos inimigos na frente da unidade dos Chindits. Cairns, o retalhador, rasgou tudo que se mexia. Ao melhor estilo Kill Bill, fatiou todos os japas que encontrou até que não houvesse mais Japas em pé. Depois disso, George não suportou a hemorragia, enfraqueceu, caiu e morreu. Os demais Chindits não acreditaram no que viram apesar de servir de inspiração para eles limparem o resto da base que haviam ficado de pé porque Cairns morreu antes de alcança-los. Cairns virou uma lenda entre os Chindits, embora acredite, não ser o único dessa força especial a fazer tais feitos doidões. Por isso, se um dia você estiver em guerra com um maldito inglês, nunca, sob hipótese alguma, arranque sua mão direita. Isso pode custar a sua vida e de toda sua unidade.

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5. Major Leo

Integrante do Regimento la Chaudiere, o Major Leo teve como primeira experiência de combate, o desembarque na Normandia, onde ele sozinho, capturou um pelotão sozinho de alemães mesmo após ter perdido seu olho esquerdo, queimado pelo fosforo branco. Após o acontecimento disseram que Leo deveria voltar para o Canada, que não servia mais para o combate. Sua resposta de “fodástico” aos superiores foi: “Só preciso de um olho para mirar”. Assim, Leo continuou lutando na França, Holanda e Bélgica.
Em 1945, uma companhia canadense foi capturada enquanto patrulhavam perto da cidade alemã-holandesa Zwolle.
A reação imediata dos canadenses foi cercar a cidade com os armamentos mais pesados da época que o intuito de colocar tudo abaixo ao primeiro sinal. Porém, eles tinham uns probleminhas: não sabiam aonde os alemães se encontravam, não sabiam se havia grupos da resistência holandesa na cidade e se alguns dos capturados ainda estariam vivos. Willie Arsenault, um dos melhores amigos de Leo, propôs então que mudassem os planos e tentassem capturar a cidade sem o uso do bombardeio. Leo ao saber disso se colocou a disposição. Willie juntou seus homens e planejaram uma ofensiva. Ao anoitecer, o grupo de Willie tentou penetrar na cidade. Infelizmente ( para os alemães logicamente) o sentinela do posto avançado escutou os ruídos e abriu fogo em direção ao som, matando Willie e deixando os demais feridos, exceto Leo. Ao ver a cena, ao invés de recuar e pedir reforços, Leo se enfureceu, pegou a arma de Willie e matou os dois sentinelas que cuidavam de uma das entradas da cidade. Adentrou em um bunker alemão, matou outro sentinela e tomou posse do armamento alemão: uma metralhadora em cada mão, arma de Willie nas costas, um saco cheio de granadas e explosivos. Assim o Rambo, quer dizer … Leo continuou sua jornada ao centro da cidade. Começou matando os postos de guardas, um a um, depois, camuflado nas sombras, observou um vigia voltar ao local do quartel general. Depois de descobrir o local aonde os alemães estavam escondidos, o danado entrou pela porta da frente, sem a menor preocupação, chegou mandando bala nos chucrutes que não sabiam o que faziam. Com sangue nos olhos e ainda não satisfeito, pegou o comandante alemão pelo colarinho, prendeu ele dentro do Quartel General e tocou fogo em tudo. Passou o resto da noite camuflado, mandando bala nos demais soldados inimigos que vinham ao socorro do Quartel General que ardia em chamas. Pela manhã voltou ao acampamento canadense e tentou convencer seus superiores que era seguro entrar na cidade. Descrentes no caolho dos infernos, mandaram um grupo de reconhecimento. Esses voltaram horas mais tardes com a notícia de que todos os alemães estavam mortos e que o Quartel General havia sido queimado e que o grupo de Willie teria sido abatido na entrada da cidade. Leo ganhou as condecorações e o reconhecimento pelo feito.

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6. Audie Murphy

Quando Audie Murphy se alistou para a Marinha em 1942 na idade de 16, ele tinha 1 metro e 60 e pesava pouco mais de 50 quilos. Eles riram da cara dele. Então ele se alistou na Força Aérea, e eles também riram da cara dele. Então ele se alistou no Exército, e o exército refletiu que poderiam sempre usar um peão para absorver o poder de fogo do inimigo, então o deixaram entrar. Ele não era particularmente bom naquilo, e na verdade eles tentaram transferi-lo para a cozinha, depois que ele desmaiou na metade do treinamento. Ele insistiu que queria lutar.
Durante a invasão da Itália ele foi promovido para corporal graças a suas incríveis habilidades de tiro, e nesse mesmo período, contraiu malária, que ele teve durante quase toda a guerra. Tente se lembrar desse detalhe…
Ele foi enviado para o sul da França em 1944. Ele encontrou um pessoal de artilharia Alemã que fingia estar se rendendo, então atiraram em seu melhor amigo. Murphy ficou completamente doido, matou todos no ninho de artilharia e depois usou suas armas para matar cada coitado em um alcance de 100 jardas, incluindo mais dois ninhos de artilharia e um grupo de snipers. Eles lhe deram condecorações e o tornaram comandante, enquanto todos se desculpavam por chamá-lo de “baixinho”.
Quase um ano depois, sua companhia recebeu a missão de defender Colmar Pocket, uma região crítica na França, mesmo que tudo que eles tivessem fossem 19 caras e dois M-10 Tank Destroyers.
O Alemães apareceram com uma caralhada de soldados e meia dúzia de tanques. Já que reforços não iriam chegar por um bom tempo, Murphy e seus homens se esconderam em uma trincheira e enviaram os M-10s para fazer o trabalho pesado. Eles foram dizimados em pedaços.
Então, este garoto com um metro e 60, raquítico e cheio de malaria, correu para um dos M-10s destruídos, subiu na traseira e tomou controle da metralhadora calibre.50 acoplada em cima do tanque e começou a matar todo mundo à vista. Um detalhe é que o M-10 estava em chamas e tinha um tanque cheio de gasolina, o que o tornava uma armadilha mortal.
Ele continuou por quase uma hora até que estivesse sem balas, então se afastou de volta até seus homens enquanto o M-10 explodia no fundo, estilo Mad Max. Eles lhe deram literalmente, todas as medalhas que podiam (33 no total, apesar de que ele tinha algumas “repetidas”, mais 5 da França e 1 da Bélgia), incluindo a Medalha de Honra.
Depois da Guerra, ele sofreu stress traumático pós-guerra, e lhe foi prescrito o antidepressivo Placidyl. Quando ele ficou viciado no remédio, em vez de entrar em um programa como uma menininha, ele optou pelo caminho frio e solitário, se trancou em um quarto de hotel por uma semana e superou o problema como o pequeno minúsculo filho da puta com nervos de aço que ele era. Ele escreveu uma autobiografia intitulada “Ao Inferno e de Volta”, e depois se tornou um ator.

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7. Alvin York

Nascido em uma família de fazendeiros caipiras do Tennessee, Alvin York passou a maior parte de sua juventude ficando podre de bêbado e entrando em brigas nos bares. Quando seu amigo morreu em uma dessas brigas, ele largou a birita e se tornou um pacifista. Ele foi chamado para servir, tentou evitar, mas foi enviado para o treinamento básico.Um ano depois, ele era um dos 17 homens designados para se arrastarem furtivamente e tomar um acampamento fortificado com artilharia pesada (metralhadoras), guardando uma rodovia Alemã. Conforme se aproximavam, os atiradores os enxergaram e abriram fogo, destroçando nove deles em pedaços.
Os poucos sobreviventes que não possuíam culhões de ferro entre suas pernas, fugiram, deixando York parado lá, sob fogo de 32 metralhadoras pesadas.Como ele contou mais tarde em seu diário; “Eu não tinha tempo para desviar por trás de árvores, ou mergulhar em arbustos, nem para me ajoelhar ou deitar. Não tinha tempo para fazer qualquer coisa, a não ser assisti-los atirando e lhes dar o melhor que eu podia. No começo, eu estava atirando deitado, como costumávamos atirar nas partidas de tiro ao alvo do Tennessee. Era a mesma distância, só que com alvos maiores. Naquele momento, eu não podia errar o corpo ou cabeça de um alemão. E eu não errei.”
Depois de matar mais ou menos 20 homens, um Tenente alemão, mandou 5 caras juntos, para tentar matá-lo pelos flancos. York puxou seu revólver Colt .45 (que só tinha 8 balas) e matou todos eles.
A essa altura o Tenente Paul Jurgen Vollmer gritou perguntando se York era Inglês. Veja que na 2ª Guerra, ninguém realmente levava os americanos a sério, e todos os viam como os novatos. Vollmer deduziu que esse soldado louco/fodástico/cheio de culhões deveria algum tipo de Super Homem Inglês que estava mostrando para os maricas americanos como se fazia. Quando York disse que era Americano, Vollmer replicou “Santo Deus! Se você parar de atirar, eu ordenarei que meus homens se rendam!”Dez minutos depois, 133 homens vieram andando, o que havia restado do batalhão de York. O Tenente Woods, superior de York, no começo achou que era uma emboscada alemã, até ver York que o cumprimentou e disse; “Soldado York se apresentando com prisioneiros, senhor!” Quando o estupefato oficial perguntou quantos eram, York disse “Honestamente tenente, eu não sei…”

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8. Jack Malcolm (Jack Insano)

Um comandante aliado na Segunda Guerra Mundial, e um ávido fã de surfe. Capitão Jack Malcolm Thorpe Fleming Churchil, também conhecido como “Lutador Jack Churchil” e “Jack Insano” era basicamente o desgraçado mais doido de toda a guerra.
Ele se voluntariou para uma missão, não sabendo ao certo no que se envolveria, mas sabendo que parecia perigoso e portanto, divertido. Ele era conhecido por dizer que “Qualquer soldado que entrar em ação sem sua espada está vestido impropriamente.” E sempre levava sua espada para a batalha – no meio da Segunda Guerra… E não era uma daquelas espadinhas gays que os oficiais da Marinha possuíam. Jack carregava uma porra de uma Claymore (espada escocesa usada com as duas mãos), sendo que ele a usava na guerra…
Ele capturou um total de 42 Alemães e um esquadrão de morteiro, durante a noite, usando apenas sua espada. Simplesmente usando um corpo de um soldado inimigo e sorrateiramente indo de um posto de vigia até o outro e enfiando sua espada na cara de cada soldado.
Quando indagado como havia conseguido aquilo, ele disse: “Eu matenho que, contanto que você diga para um alemão, alto e claro o que fazer, se você for mais velho que ele, ele resmungará ‘jawohl’ (sim, senhor) e fará o que você disse com entusiasmo e eficácia, independente da situação.”
Também famoso por aparecer de surpresa em campos alemães, montando uma motocicleta e usando nada além de um arco-e-flecha e sua espada, e estuprando o campo inteiro. Ou ainda por resgatar um soldado britânico de uma emboscada, mesmo depois de ter sido atingido no pescoço por uma metralhadora montada.
Após ser enviado para um campo de concentração, ele ficou entediado e saiu. Simplesmente caminhou pra fora. Eles o pegaram de novo e o mandaram para um novo campo. Então ele saiu de novo. Depois de caminhar 150 milhas com apenas latas enferrujadas de cebolas como comida, ele foi pego por americanos e enviado de volta para a Inglaterra, chegando lá ele exigiu ser enviado novamente ao campo de batalha, apenas para descobrir (com grande decepção) que a guerra havia terminado enquanto ele estava no caminho até lá. Como ele disse para seus amigos depois “Se não fosse pelos malditos ianques (americanos), nós poderíamos manter a guerra por mais 10 anos!”

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9. Yogendra Singh Yadav

Yogendra Singh Yadav era um membro do batalhão granadeador indiano, durante o conflito em Paquistão em 1999. A missão deles era escalar a “Colina do Tigre” (uma montanha foda), e neutralizar os 3 abrigos inimigos no topo. Infelizmente, isso significava subir a montanha enorme de puro gelo. Como eles não queriam subir tudo aquilo com picaretas de gelo, eles decidiram que iriam mandar um cara até lá, e ele iria descer as cordas, para que todo mundo pudesse subir do jeito mariquinha.
Yadav tendo culhões de aço, se voluntariou.
Metade do caminho pela subida do inferno gelado, inimigos se posicionaram numa montanha adjacente, e abriram fogo, atirando neles com RPG (lança-mísseis), depois fuzilando com rifles de assalto. Metade do seu esquadrão foi morto, incluindo o comandante, e o resto se espalhou totalmente desorganizados. Yadav, apesar de ter sido baleado 3 vezes, continuou escalando..
Quando ele atingiu o topo, um dos abrigos inimigos que era o alvo, abriu fogo contra ele com metralhadoras. Yadav correu em direção da chuva de balas, atirou uma granada pela janela e matou todos lá dentro. A essa altura, o segundo abrigo tinha uma mira limpa e abriu fogo, então ele correu até eles, absorvendo todas as balas enquanto fazia isso, e matou quatro homens fortemente armados, com as mãos vazias.
Enquanto isso, o restante de seu batalhão estava parado olhando para ele e dizendo “cara, puta que pariu!” Então todos foram juntos e renderam o terceiro abrigo sem problemas.
Por sua proeza e quantidade de culhões, ele foi condecorado com o Param Vir Chakra, o maior prêmio militar da Índia. Diferente da Medalha de Honra dos EUA, o Param Vir Chakra só é dado para os mais “raro dos raros soldados que vai além do dever patriótico e que em vida normal seria considerado impossível de se obter.” Exatamente, você precisa quebrar as leis da realidade só pra que se torne possível possuir a medalha.
Somente 21 pessoas foram condecoradas com ela, e dois terços morreram no processo. No começo havia sido reportado que Yadav também havia morrido, mas parece que eles o confundiram com alguém menos fodásico. Ou eles apenas deduziram que nenhum ser humano poderia sobreviver uma perna quebrada, um braço destroçado e 10-15 buracos de balas em carne fresca, de uma só vez.
PS: Ele tinha apenas 19 anos na época em que fez todas essas proezas dignas de um ciborgue programado para matar.

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10. Simo Häyä (Morte Branca)

Simo Häyä tinha uma vida bem entediante na Finlândia. Ele serviu um ano mandatório no exército, e então se tornou fazendeiro. Mas quando a União Soviética invadiu sua terra natal em 1939, ele decidiu que queria ajudar seu país. Já que a maioria das lutas ocorriam nas florestas, ele achou que o melhor jeito de impedir uma invasão era pegar seu rifle de confiança, duas latinhas de comida e esconder-se em uma floresta o dia inteiro, atirando em russos. Sob dois metros de neve. E 20-40 graus abaixo de zero.
É claro que quando os Russos ouviram que dezenas de seus homens estavam sendo apagados, e que era só um cara com um rifle, eles ficaram assustados pra caralho. Ele ficou conhecido como a “Morte Branca” por causa de sua camuflagem branca, e eles chegaram a montar missões inteiras apenas para matar esse único cara. Eles começaram mandando uma força especial para achar Häyä e matá-lo. Ele matou a todos eles. Então eles tentaram juntar um grupo de counter-snipers (que são basicamente snipers que matam snipers) e os mandaram para eliminar Häyä. Ele eliminou todos também.
No decorrer de 100 dias, Häyä havia matado 542 pessoas com seu rifle. Ele derrubou mais 150 com sua metralhadora SMG, mandando sua contagem de corpos para mais de 705, um recorde universal que dificilmente será ultrapassado nessa nossa realidade.Já que todos os homens que eles tinham estavam ou muito assustados, ou muito mortos para chegar perto dele, os russos decidiram simplesmente bombardear todos os lugares onde acharam que ele poderia estar. Supostamente eles acertaram o local, e ele foi atingindo por uma nuvem de fogo que destruiu suas vestimentas e tudo ao seu redor, mas não o matou, por que ele é a maldita Morte Branca, é claro.
Finalmente em 6 de Março de 1940, algum bastardo de sorte acertou Häyä na cabeça, com uma bala explosiva. Quando os outros soldados o encontraram e o levaram para a base, ele “tinha perdido metade da cabeça”. A Morte Branca havia finalmente sido abatida…
…) por mais ou menos uma semana. Apesar de ter sido diagnosticado com um caso severo de síndrome de-tiro-no-meio-da-cara, ele ainda estava bastante vivo e recuperou a consciência em 13 de Março, o mesmo dia em que a guerra acabou, Simo Häyä morreu em 2002, em sua casa, anos depois do seu “acidente”.

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É isso ae minha gente! Gostaram do tópico? Qual foi o preferido de vocês? Será que algum personagem de ficção conseguiu igualar a proeza destes caras? Comentem!

Albrecht



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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Rotieh em Sex Set 30, 2011 5:02 pm

O 10º eu já havia lido antes ;)

Muitos palavrões, mas o tópico em si já é propício a esta "caralhada" de palavriado de baixo calão! LOL

Eu curti muito, mas o cara da espada e arco não me convenceu xD

Será que é mesmo verídico?

xD

Meu favorito fora o Alvin!

“Honestamente tenente, eu não sei…”

;)

Bom demais cara!! =D

Obrigado por suas contribuições ao fórum!

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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Albrecht em Sex Set 30, 2011 5:33 pm

Muitos palavrões, mas o tópico em si já é propício a esta "c*******da" de palavriado de baixo calão! LOL

Ops, foi mal pelo palavriado. Se quiseres posso editar o tópico, mas acho que um pouco de quando em vez não tem muito problema huh?

Vou me policiar mais na próxima!

Obrigado por suas contribuições ao fórum!

É um prazer poder contribuir!

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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Lestath em Sab Out 01, 2011 4:53 pm

HÁ!

Estes caras são QUASE bons!

Mas vou contar uma rolagem crítica extrema:

- Estava eu servindo o Exército, fazendo ronda noturna próximo à garagem! Tudo escuro, como sempre, e eu com um sono danado (tínhamos feito treinamento sem descanso dois dias seguidos), e com fome, muita fome.

Aproveitei a escuridão e rastejei até a cozinha, tirei um 20 em furtividade e esquivei dos três buxas que estavam a ariar panelas, entrei no depósito, roubei bolachinhas e tomei leite, ainda achei um pudim na geladeira! AUWhauhdwauhw!

Pulei a janela pro mato, tirei 20 em esconder e escapei do oficial, rastejei de volta à garagem, entrei em um dos caminhões, puxei um cochilo!

Tirei um 20 em ouvir, escutei o oficial tentando ser furtivo, acordei, outro 20 em furtividade para abrir a porta do outro lado do caminhão, descer, agaixar por baixo dele e pegar o oficial pelas costas, apontando o fuzil e gritando para ele se identificar, como manda o procedimento!

AHUahiduhaiudhaiuhdaiUWHDUAIWDHa

Não fiz ronda nenhuma, comi o pudim dos oficiais, tirei um cochilo e ainda recebi um elogio pelo ótimo trabalho!!!


DOAUIWHDIAUhdiUAHDAIDAODHaOPWIDHA

Estes caras foram QUASE tão bons OIdioahduahdiuahda

Ê vidão! Ainda bem que saí daquela prisão ;)

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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Rotieh em Sab Out 01, 2011 5:44 pm

Se fosse para trabalhar você não tentaria com tanta vontade!

WUIDHIAWudhWAIUDHAUIWHDa

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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Elendil2 em Sex Out 07, 2011 9:17 pm

Nossa muito bacana essas informações, reintero o que o Rotieh disse:
Obrigado por suas contribuições ao fórum!²

E essa do Lestath foi fods...


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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Maka Albarn em Sex Out 07, 2011 9:35 pm

HSAHSUAHSUHA
eu tiro 20 em atletismo quando tenho que pular o muro, receber a mochila que foi jogada e correr que nem uma condenada xD

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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Elendil2 em Sex Out 07, 2011 10:13 pm

uahuahauha tentei isso como a Maka umas 3 vezes, mas sempre tive falha crítica e fui pego!!! uahauhua

Gordo só faz gordisse!!!

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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

Mensagem por Lestath em Sab Out 08, 2011 5:57 pm

Rotieh escreveu:Se fosse para trabalhar você não tentaria com tanta vontade!

WUIDHIAWudhWAIUDHAUIWHDa


Com toda a certeza!"

ADHIAWdhiAUWDHiAUDHWAIUDhaiuwdhiAD

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Lestath



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Re: De alguma mesa de RPG para a vida real...

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