A cidade de Alenmar

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A cidade de Alenmar

Mensagem por Maka Albarn em Seg Nov 21, 2011 8:16 pm

A cidade de Alenmar localiza-se na costa do Mar Tormenta, sendo assim, uma próspera cidade, graças ao seu porto movimentado, de onde zarpam e ancoram dezenas de navios por dia.
Navios esses, que levam as mercadorias produzidas em seus campos para as cidades de outros continentes, e que trazem especiarias, pessoas e culturas do mundo inteiro, todos a desfrutar da tranqüilidade em que a cidade repousa.
A cidade fora construída por uma família de nômades, que encontrando o seu sustento no mar, resolveu fincar suas raízes ali mesmo. A família foi crescendo, e outras famílias se juntaram àquela primeira, e o povoado foi crescendo, tendo como líder o primogênito da primeira família que habitou aquele lugar.
Theodore, o Justo, é um descendente direto dessa família. Ele governa Alenmar com a mesma paz e tranqüilidade que rege a sua vida, fazendo assim, com que essa cidade seja pacífica e amistosa para todas as raças do mundo.

Cidade de Alenmar

2- Entrada da cidade
3- Biblioteca da cidade
4- Provável moradia dos povos élficos
5- Comércio em geral.
6- Cemitério da cidade
7- Campos de trigo, milho, algodão, etc.
8- Senado
9- Taverna
10- Casa da Anciã
11- Universidade
12- Guarda da cidade
13- Portos
14- Ilhas
15- Castelo do Rei Theodore

Próxima a Alenmar existe um arquipélago e duas ilhas.

O Arquipélago "Garra do Leviatã" localiza-se mais ao norte, e como diz a lenda, é a mão de um deus antigo petrificado, além de ser habitada por criaturas abissais lideradas por um cultista dos deuses antigos.
Na ilha dos Canibais existem humanóides voadores que guardam a Árvore Sagrada, cujos frutos são capazes de curar qualquer ferimento.
A Ilha da Caveira, localizada no extremo sul, existe um cristal que aprisiona almas, que é guardada por mortos-vivos.
Mas isso são lendas, que persistem por gerações. Não houveram muitos guerreiros que voltaram das ilhas para confirmar essas histórias.

Off.: Bem pessoal, nesse primeiro post eu gostaria que vocês me dissessem o que estão fazendo em Alenmar. Quais são seus objetivos aqui? O que procuram por essas terras? Aventura? Dinheiro? Quaisquer dúvidas, usem o MSN, o chat, MP e etc etc etc

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por ScareCrow em Qua Nov 23, 2011 6:22 pm

Saladin acabou por seguir uma caravana até a cidade de Alenmar pois havia ouvido rumores sobre uma anciã que possuía grandes poderes mágicos e que poderia ajudá-lo , alem de ter sido pego por uma imensa curiosidade sobre a ilha “garra do leviatã” onde há rumores sobre um deus caído , que por sinal deve ter tido grandes poderes aos quais Saladin acabou interessado, considerando também que há elfos no na pequena cidade , elfos os quais poderiam ajudá-lo a decifrar o livro contendo as magias.
Quando chegar a cidade Saladin ira se apresentar ao rei Theodore como um comerciante especialmente interessado em ingredientes para poções e disposto a fazer negocio , depois ira visitar a anciã e perguntá-la sobre magia e os rumores da ilha, ao fim do dia ira a procura de uma pensão ou hospedaria para descansar.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Braga em Qua Nov 23, 2011 11:00 pm

Edward, já se escondia a dois anos, pois seu nome era lembrado pelo povo, mas principalmente pelos guardas reais, na grande maioria, que lutaram com o antigo general em antigas guerras. Por esconder-se tanto tempo, sua sede de luta o tomava, já passava da hora de sair da bainha que o protegia, porém a cidade estava rodeada de guardas, e sua fuga seria muito arriscada.
Pelo pensamento de Edward, isso não o impediria de fugir, ele estava arrumando suas malas quando o homem que o hospedava o chamou. Disse-lhe que sua presença foi muito inspiradora, e também útil, que apesar de ser bastante revoltado, cumpria tarefas bastante árduas sem se quer reclamar, então lhe deu algum dinheiro e disse-lhe para passar pelo comércio da cidade e falar diretamente com Rudolf, esse homem era um antigo amigo da família e lhe conseguiria alguns itens. Depois do adeus, Edward se retira com descrição, coberto por um manto negro que mais parecia uma batina, seu rosto estava coberto pela sombra produzida pelo capuz.
Saiu andando discretamente pelas ruas da cidade em direção ao centro comercial, chegando lá, a grande multidão o apavora, fazendo que Edward empunha-se sua espada, a única coisa que lhe restava da antiga vida, que fora deixada para traz após a saída de sua cidade. Após pedir informação a vários transeuntes, Edward se desanima ao entardecer, pois até o momento não encontrara o Homer que lhe ajudaria. Decidiu então esconder-se em um dos pequenos becos da cidade para passar a noite.
Ao deitar-se, uma mulher de belas afeições o chamara atenção, ela andava em sua direção, com uma expressão de preocupação, falou então para que Edward repousasse em um lugar mais confortável, era entre as prateleiras da biblioteca da cidade, a mulher era responsável por guardas as obras que teriam sido tiradas do lugar. Tinha acabado de sair do centro comercial e se dirigira para o trabalho, onde passaria a noite, então comoveu-se com a sena do pobre homem moribundo, deitado sobre o capim velho ao chão no meio de um beco da cidade.
Durante a noite, Edward estava sem sono, pois a preocupação de ser pego por guardas ainda o tomava. Decidiu então se juntar a moça e ajudá-la, para retribuir o favor. Durante a organização, empunhou em mãos um livro que falava da história da Grande cidade de Alenmar, livro o qual ocupou durante o resto da noite. O livro falava das ilhas próximas ao porto da cidade, como a Ilha da Caveira, que lhe despertara o interesse.
Ao amanhecer, Edward e a mulher, estavam exaustos, não pelo esforço do trabalho, mas sim pela noite que foi longa para os dois, ao se despedir, Edward deu a mulher um anel que pertenceu a sua mãe, e estava na sua família a muitas gerações, não sabia se voltaria, então decidiu dar continuidade as lembranças da família, mesmo que por uma pessoa que não fizesse parte da mesma.
Após a despedida, Edward voltou para o comércio da cidade, onde procuraria o homem até o final do dia, se não o encontra-se, seguiria do jeito que fosse possível, talvez não fosse muito a diante, mas não desistiria de ir embora e recomeçar sua vida.
Ao final da manhã, seu estômago já roncava, e suas forças se esgotavam, foi quando a mesma moça o encontrou e o levou para sua própria casa, conversaram mais um tempo, então Edward lhe falou o que procurava, e para sua surpresa, Rudolf era o pai da moça, era tudo que ele precisava. Dirigiu-se então ao porão da casa onde o velho se encontrava, disse por quem foi mandado, então o homem lhe entregou alguns itens e mais um pouco de dinheiro. Só o que ainda faltava era o jantar, que foi oferecido a ele pela filha de Rudolf, que gentilmente serviu-lhe.
Mesmo com a insistência da moça para que ficasse, Edward partiu a noite, a qual o ajudaria em seu disfarce. Foi para a taverna da idade novamente, em busca de alguma pessoa que conseguisse tirá-lo da cidade. Estava disposto a sair dali a qualquer custo. Sua sorte o levaria para onde ela quisesse.
Após ser trazido por Killa á cidade de Alenmar, Edward vivia nos fundos da taverna da cidade a Noroeste da cidade, ficaria lá o tempo que fosse necessário, dês de que trabalhasse em troca de hospedagem, assim sua identidade estaria zelada e sua verdadeira face não seria descoberta, junto de vários outros indivíduos procurados em todo mundo, apesar de ser um desses procurados, não se sentia nem um pouco em casa com aquela situação, mas tinha de se contentar e permanecer no anonimato.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mcdowell em Sex Nov 25, 2011 12:58 am

As suas andanças por essas terras para concluir sua cruzada santa levaram Baltazar para a cidade de Alenmar. Baltazar sempre foi discreto, ele adentrou a cidade a passos silenciosos, com sua manta cobrindo a cara. Ele era o escolhido do Criador e tinha que se comportar como tal. Ele focava em sua missão e praticamente se desligava das coisas mundanas, ou pelo menos, se desligava do que não era relevante.

O que era relevante no momento era descansar seu corpo. Baltazar seguiu para um comerciante e lhe perguntou:

- Com licença, meu bom homem. Onde consigo um lugar para descansar? – O comerciante indicou a Taverna e se espantou com o rosto sereno que Baltazar tinha. – Obrigado. Que o Criador tenha piedade de você quando a hora chegar. – A admiração do comerciante foi trocada por um ar de desconfiança. Não vendo nexo algum no que aquele homem misterioso proferira.

Baltazar seguiu calmamente até a taverna e arranjou um quarto para ele. Mas não se retirou para ele, decidiu primeiro passar um tempo na taverna. Não o entendam mal. Ele não é nenhum hipócrita, só sabia que era ali onde o mal espreitava e se alimentava pela falta de fé daqueles que ali freqüentavam. Ele não suportava aquele lugar, mas o achava necessário para conhecer o Inimigo. Aliás, seria o que o mestre Anthony faria.

Baltazar adentrou o lugar. Era igual a qualquer outra taverna em que entrou: fedorenta, barulhenta e cheia de coisas mundanas, que desviavam o homem do caminho do Criador. Ele tinha pena daquelas pessoas, eles estavam ali desperdiçando suas vidas, sendo alvos fáceis para quando o Grande Mal abater aquelas terras. Procurou um assento reservado no recinto e começou a observar o lugar, ouvir conversas alheias. A taverna era onde as informações da cidade corriam e ele poderia identificar um mal no meio daquelas histórias. E uma delas chamou atenção. As lendas sobres as ilhas próximas de Alenmar. Era aquilo! O Criador tinha dado sua próxima missão, nenhuma lenda é criada do nada. O mal se escondia no fundo das lendas e de acordo com as que ele acabou de ouvir, o mal se escondera se cercando com água. Isso não era o bastante para evitar que o Escolhido do senhor o eliminasse desse mundo. Era o bastante, não precisava mais ficar ali. Baltazar se levantou e foi para o seu quarto.

Adentrou no seu quarto e foi abraçado pelo silencio. Ah! O silêncio! Quando tudo ao redor se calava, era quando a voz do seu Senhor se evidenciava. Se ajoelhou próximo da cama, deixou o silencio o tomar e rezou noite a dentro. No outro dia ele iria prosseguir com a sua cruzada.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Maka Albarn em Ter Dez 06, 2011 12:06 am

A Taverna Bardo Manco localiza-se bem longe do mar, para que a tentação não chegue aos olhos de Carl Perna-de-pau. Um pirata já aposentado, que por anos teve como sua moradia o Navio Bucaneiro, e como sua esposa, uma garrafa de Rum.

Um acidente com tubarões o fez perder uma perna, que juntando com os problemas da idade, o fez abandonar aquela vida. Mas, antes disso, serviu anos ao capitão LeChuck, participando de todas as guerras contra o Almirante Hannibal, e saindo (quase) inteiro de todas elas. Quando se aposentou, a idéia de uma velhice calma nem passou pela sua cabeça. Se ele não fosse até a aventura, ela iria até ele.
Sendo assim, comprou com seu pouco dinheiro a antiga construção de um hotel, e fez daquelas ruínas a sua taverna. Resolveu que aquele seria um ponto de encontro a todos que procuravam aventuras e um lugar pra descansar entre elas.
Ao todo, a taverna era sempre cheia, já que era o único lugar onde você poderia arrumar uma cama quente por um preço camarada. E por mais que aquele lugar fedesse a rum, fumaça e sangue, que tivesse sempre abarrotado das pessoas mais feias e mal-humoradas, além de ter uma música de péssima qualidade, era um ótimo lugar para se ir. Lá, pagando uma bebida a pessoa certa, você tinha acesso as informações privilegiadas. Desde paradeiros de pessoas caçadas pelos soldados, até onde se comprava o melhor rum da cidade, por um preço muito baixo.
Enfim, um ótimo lugar para se visitar.

@Braga
Assim que Edward chegou na Taverna, viu que nada havia mudado. Alguns rostos haviam mudado, mas as expressões ainda eram as mesmas. Felicidade, gritaria, bebedeira! Tudo nos conformes, como deve ser uma boa Taverna. As taberneiras se espremiam com suas bandejas, levando mais cerveja, mais comida e mais felicidade aos clientes. Usavam suas roupas apertadas e decotadas, sorrindo sempre.

@Mcdowell
Você ficou em silêncio no seu quarto, até que o ronco da sua barriga o fez descer e ir para a Taverna. Chamou uma taberneira, ruiva, branca, com um decote ainda mais profundo, e pediu o jantar. Comeu em silêncio, observando as almas perdidas que haviam naquele lugar. Rezou baixinho a Deus, para que ele lhe mostrasse por onde começar.

@Espantalho
Andando pela cidade a procura de um lugar para descansar, decidiu que era melhor perguntar para alguém e poupar um pouco da sola do sapato, já que a cidade era incrivelmente grande. Perguntou a uma senhora que varria a calçada qual era o melhor lugar para ficar, e ela prontamente lhe disse sobre a Taverna Bardo Manco. Chegando lá, você dirigiu-se ao balcão, perguntando educadamente a Carl Perna-de-Pau, se havia vagas. O velho lhe mostrou o quarto e disse que o jantar estaria pronto em breve, e voltou para a taverna.
Depois de algum tempo, você desce a taverna, pronto pra jantar. Senta-se numa mesa, e chama uma taverneira e pede seu jantar.

Com Edward já sentado, Baltazar rezando e Saladin esperando sua comida, um grande barulho é ouvido por todos, deixando o estabelecimento em silêncio absoluto.
Um homem sobe em cima do balcão, chutando os copos e garrafas. Todos olhavam para ele, com um respeito profundo, esperando que ele falasse pacientemente.
- Querido povo da cidade de Alenmar! O Capitão LeChuck voltou! Estou novamente em terra apenas para comemorar minha mais nova aquisição! - Tirou um papel amassado do bolso, e mostrou a todos - Um mapa que leva ao famoso tesouro da Ilha da Caveira! Vim aqui hoje apenas por dois motivos: Primeiro, para comemorar! Cerveja hoje é por minha conta, Carl! -
Vários gritos de viva ecoaram pelo pequeno estabelecimento! Todos levantaram as canecas, em agradecimento. Com um aceno de mão, o salão ficou novamente em silêncio.
- Estou aqui também atrás de mais homens corajosos, que querem arriscar a vida a troco de uma boa aventura! Zarparemos amanhã de tarde, depois que eu me curar da ressaca de hoje! Pagarei bem a todos os que me acompanharem nessa viagem! Aos interessados, estou no quarto 68! Procurem-me amanhã!
Com essas palavras, desceu do balcão e pegou uma garrafa de rum, começando a beber imediatamente.

Off: Olá pessoal! Sei que fiquei um tempinho a mais sem postar, mas é que eu estava esperando o Kadosh. Já que ele não da sinal de vida, resolvi dar continuidade =D
Nesse post, gostaria que vocês descrevessem melhor o que fizeram. Descrevam aspectos das suas personalidades, diálogos, e como reagiram a cada coisa. Falem-me o que pensaram quando o capitão subiu no balcão, e qual a reação de vocês! Espero o post até na quinta, ta? Beijinhos, lindos!


Última edição por Maka Albarn em Sex Dez 09, 2011 5:06 am, editado 1 vez(es)

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Braga em Sex Dez 09, 2011 1:04 am

Como já estava durante muito tempo servindo a todos na taverna, Edward já se acostumara com o ambiente, já não andava tão discretamente, apesar de ainda ter muito receio, servia a todos, sempre obedecendo ao velho Carl Perna-de-pau, um ex-pirata que perdera a perna em um acidente no mar. Durante todas as semanas que passara na taverna, Edward percebera que todos os dias eram praticamente iguais, ele só tinha de servir a velhos rabugentos, assassinos, ladrões e todo o tipo de gente podre que se “escondia” dos guardas do reino.
Depois de ter voltado à taverna, Edward foi muito bem recebido por seu anfitrião, a qual falou tudo que havia passado enquanto procurava a pessoa que Carl recomendou, mas no final das contas valeu a pena, Edward estava decidido a seguir em frente, porém a taverna já fazia parte de sua vida, já se acostumara com toda a bagunça, o perigo, as brigas e bebedeiras. Era tudo sempre do mesmo jeito.
Somente aquele dia estava sendo diferente, aquela já era a segunda pessoa “normal” que ele avistara na taverna, talvez não tão normal, mas sim deslocado, provavelmente o único de boa índole e aparência que aparecera por lá durante todo o tempo que esteve presente na taverna. Um homem totalmente diferente, não se mostrava igual aos outros, principalmente por estar “conversando” com Deus, alguém que Edward aprendera a repugnar.
Ficou por muito tempo conversando com Carl, seu grande amigo, até o momento em que ele teve de atender a um velho, levando-o até o quarto. “O que pessoas desse tipo fazem aqui”, pensou Edward. Aquelas pessoas eram educadas demais, corretas demais para estarem em um lugar como aquele, um velho e um padre, absolutamente fora do seu ”habitat natural”. Consequentemente, chamariam atenção. Depois disso, Edward pediu uma bebida, porém seu pensamento continuava nos dois misteriosos homens, isso até que os dois descessem para jantar, então passou a observá-los, como todos os outros homens da taverna.
Enquanto Edward esperava que Carl voltasse a falar-lhe, para que conseguisse alguma informação mais valiosa e precisa para que conseguisse sair da cidade sem que seja percebido, um homem grande, de aparência suja e com ar de superioridade chama a atenção de todos pondo-se em cima de uma das mesas do local, imediatamente Edward levanta-se da cadeira para tirá-lo de lá, conseqüência do tempo em que ficou hospedado por lá, então rapidamente Carl sinaliza para Edward, como se dissesse que ele estava fazendo algo de errado. Assim Edward senta-se novamente e espera alguma reação do pirata.
O pirata pronuncia que era o Grande Capitão LeChucke que tinha ótimas novidades, dizia ele que estava saindo a procura de uma tripulação para seu navio, para que assim pudesse ir em busca de um tesouro que estaria na Ilha da Caveira. Imediatamente passou a cabeça de Edward que aquela era uma ótima oportunidade de sair da cidade. Com toda certeza ele iria acompanhar o capitão.
Depois da bebedeira, somente Edward, o Capitão e os dois estranhos homens estavam sóbrios, Edward e os outros dois por não terem bebido, e o Capitão por ser “imune” a rum. – Então capitão, tem espaço no seu navio para um ex-soldado fugitivo – Perguntou Edward.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por ScareCrow em Sex Dez 09, 2011 2:32 am

Após um longo dia pedindo informações e pesquisando varias escritas, simbolos e todo o tipo de coisa que pudesse ajuda-lo a proseguir em sua busca por conhecimento Saladin decidiu que ja era hora de descansar um pouco e por isso começou a procurar uma taverna que ajuda-do por uma senhora que varia a calçada chegou a uma taverna onde percebeu que o lugar era repleto de todo tipo de sujeito, evitando causar problemas a si mesmo devido a sua propria aparencia chegou pediu um quarto para descansar e foi informado que o jantar logo seria servido, entao subiu ao seu quarto e ficou tentando ler mais algumas paginas de seu grimorio.
apos algumas horas é avisado que o jantar logo seria servido então novamente desce ao salão ja imaginando que tipo de situação poderia se meter, afinal nunca foi muito bom em lidar com pessoas que falavam com os punhos e não com palavras. quando desceu chamou uma taverneira pediu sua comida , mas preferiu evitar o alcool ja sabia que nesses lugares sempre avião ladrões que sempre se aproveitavam de bebados. saladin comeu sua comida calmamente porem demostrando certo interrese em duas ficuras distintas na taverna, um deles seria um garçom deveras musculoso e forte alem de ser extremamente preciso , outro era um tipo de padre , que chamava a atençao por todo lugar que passava imaginou que eles seriam talvez as pessoas mais perigosas daquele lugar , entao preferiu manter certa distancia deles..... até que derepente um homem sobe em uma das messas e começa a falar sobre tesouros e outras coisas até que então a conversa sessou e o garçom , começou a demostrar um interrese estranho por saladin e o padre , para evitar qualquer coisa saladin terminou seu jantar e subiu ao quarto.
A noite ápos rolar na cama sem conseguir esquecer as palavras sobre tesouro e aventura pronunciadas pelo pirata resolveu zarpar com ele, entao saladin saiu de seu quarto e foi em direçao a quarto 68.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mcdowell em Sab Dez 10, 2011 12:53 am

Baltazar se deitou para descansar. O barulho da taverna lá embaixo é suficiente para não deixar ninguém dormir tão cedo, mas não tinha muito do que reclamar quando se procura um leito bem em cima de um antro de pecado. Mas o clérigo estava conseguindo, ele ignorava o barulho o máximo que podia se fechando em seu interior. Até que seu interior rugiu. Ele não tinha se alimentado.

Se arrumou e desceu de novo para aquele local barulhento. Baltazar se importava mais com o espiritual, mas sabia a importância de manter o seu corpo funcionando bem. Por isso ele se alimentava bem, descansava e treinava as técnicas que seu mentor lhe ensinou através dos anos. Chegando lá, ele procurou um assento e ficou quieto lá. Se a garçonete não o tivesse visto, ele poderia ficar sem alimento algum. Ele fez o seu pedido e logo ela trouxe seu prato.

- Obrigado, pobre alma pecaminosa. – Ele disse com um sorriso meigo e uma paz no rosto, sentimentos verdadeiros. Que não foram retribuídos para a ruiva de busto avantajado.

Antes de comer, Baltazar fez uma breve oração pela comida. Poderia ser a pior comida do mundo, mas ele sempre agradecia por ela. Finalizou a sua refeição e já estava prestes a voltar pro seu aposento quando algo chamou a atenção. Um senhor claramente alterado pelo álcool alegando que faria uma expedição para a Ilha da Caveira e queria homens para isso. Era isso! É perfeito! Baltazar saiu do mesmo jeito que entrou, silencioso, mas com um sorriso no rosto. Agradecendo por dentro ao Criador, por mostrar o caminho para a expurgação do mal do mundo.

Amanhã, Baltazar estaria cedo na porta do senhor alcolizado para obter a sua vaga nesta expedição.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Maka Albarn em Qui Dez 15, 2011 6:04 am

Taverna Bardo Manco
Enquanto o tempo ia passando, a bagunça só aumentava. Agora, aqueles que se diziam sóbrios estavam dormindo no chão, abraçado a uma garrafa de tequila vazia.
Os marinheiros do Bucaneiro (Navio do capitão LeChuck) comandaram a festa. Um anão mal humorado foi catando todas as pingas que achou na frente, e foi virando tudo goela abaixo, ficando tão bêbado a ponto de subir no balcão e xingar todos ali presentes na sua língua nativa, enquanto um elfo jogava garrafas nele, rindo da raiva do pobre anão.
Assim, as horas se passaram, e a noite virou dia, apenas com duas pessoas de pé: LeChuck e Edward.

@Braga
O velho estava parado em frente às escadas, tentando recordar-se de como as pernas funcionavam para subir escadas, cantarolando uma cantiga pirata sobre tesouros, quando o jovem Edward interrompeu sua concentração.
– Então capitão, tem espaço no seu navio para um ex-soldado fugitivo – Perguntou Edward.
- Ora ora ora... Um fugitivo é? E quais são seus (hic)* crimes, jovem? Pior ainda, o que te faz (hic) querer entrar pra minha tripulação? - O capitão respondeu, sentando numa cadeira, e tomando mais um gole de rum.
Off: Interprete a sua resposta, como reagiu aquelas perguntas, o que fez, etc. Lembre-se de revisar a resposta em programas de correção automática (Word).

@Espantalho
Depois de muito rolar na cama , você decide ir até o quarto do capitão LeChuck. Bateu na porta do quarto 68, mas ninguém atendeu. No silêncio da quase manhã (Eram 05h00min, 05h30min da manhã), você escuta a voz do capitão LeChuck , visivelmente alterada pela bebida. Ele indagava alguém numas frases cheias de soluços e pausas.
Off: Interprete o que você fez ao ouvir a voz do capitão. Chegou junto? Decidiu ouvir primeiro, e depois ir se oferecer a fazer parte da tripulação? Qual sua próxima ação? Lembre-se de revisar seu post em algum corretor automático (Word), ou de fazê-lo com menos erros gramaticais. Assim você evita perder XP.

@Mcdowell
Baltazar acordou e foi direto na porta do capitão, que a atendeu, mal humorado pela ressaca. Escancarou a porta e disse, esfregando os olhos.
- Quem é? O que quer? Pelo amor de Deus! Sabe que horas são?

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Braga em Qui Dez 15, 2011 7:22 pm

Ao perceber o interesse do Capitão, Edward tenta descobrir um jeito de contornar a situação a seu favor, pensa rapidamente em alguma ação para que ele não fique sem resposta e também não fique sem saber nada, isso seria totalmente desfavorável a Edward. Não podia desapontar o Capitão, era sua única chance de sair da cidade.
- Então Capitão, todos aqui já cometeram algum crime um dia, por menor que fosse, e o meu foi tão simples que não valeria nem a pena contar. Mas como o senhor é um homem de valor e confiança, vou dizer-lhe o que cometi. Eu já fui general do quartel de um grande rei, que infelizmente conhecia o rei de Alenmar, e meu crime foi desobedecê-lo, fugi do quartel, não mais conseguia sair da guerra, então essa foi a única maneira que encontrei de sair.
E quanto a querer ir com o senhor, é pelo fato que quero algo para me ocupar, sair deste lugar e viver uma vida mais emocionante, se é que o senhor me entende?

Após ter proferido tais palavras, o General ficou apreensivo, não sabia se suas desculpas seriam aceitas pelo Capitão, então ficou a espera de uma resposta.
Sua vida parecia estar por um fio, ao menos era essa a impressão que tinha o General.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por ScareCrow em Dom Dez 18, 2011 2:32 am

Eu vou ficar ouvindo o que o capitão esta dizendo e depois irei bater na porta e me apresentar
-bom dia, capitão bem eu gostaria de acompanhá-lo nesta viagem !!!!! Tenho certeza que serei extremamente necessário para sua tripulação
Saladin que nem ao menos havia parado para perceber o que se passava na sala e disse aquilo sem pensar parou e ficou apreensivo para ver o que se passava
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mauth em Dom Dez 18, 2011 8:02 pm

Mauthorius observava a todos no recinto. Era de suma importância saber com quem poderia contar na hora do aperto, já que seu porte físico não lhe auxiliava muito no "pega pra capar". Delvar era o único que conhecia por ali de outra aventura. Ambos tinham uma relação um tanto espinhosa, sempre que possível trocavam palavras ácidas sobre o comportamento do outro. A pesar dos xingamentos e alfinetadas, ele sabia que podia contar com aquele anão fedido se realmente fosse necessário.

Suas orelhas pontudas destacavam-se no meio do manto negro de seus cabelos, sempre inquietas, a procurar por informações das quais poderia tirar algum lucro. Notou então um homem corpulento, com um notável tônus muscular. Seus calos em suas mãos demonstravam que passara muito tempo empunhando uma espada, e parecia ser bom no que faz.

Braga escreveu:
Eu já fui general do quartel de um grande rei, que infelizmente conhecia o rei de Alenmar, e meu crime foi desobedecê-lo, fugi do quartel, não mais conseguia sair da guerra, então essa foi a única maneira que encontrei de sair.

- Desculpe intrometer-me em seus assuntos Capitão. Mas vejo que temos um homem querendo se unir a tripulação?! - Aproximou-se lentamente, mostrando seus traços faciais ao sair da penumbra que o encobria. Uma pintura de guerra se destacava nos traços esguios de seu rosto. Sua pele era tingida com uma especie de tatuagem temporária, medida que lhe auxiliava a esconder seu rosto. - Mas pelo que ouvi este homem acaba de confessar ter sido desobediente e covarde com seu Rei. Ousa comparar sua covardia com um crime. Pffff, será que não fará o mesmo quando mais necessitarmos?

Seus olhos negros como a noite fitavam cada pequena alteração na face daquele homem. Sua reação perante essa provocação seria de extrema importância para saber se pode ou não confiar naquele sujeito. As palavras do elfo soavam um tanto ácidas, como quem temia perder espaço na tripulação.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Braga em Seg Dez 19, 2011 8:05 pm

(...)Sua vida parecia estar por um fio, ao menos era essa a impressão que tinha o General.
Olhando para o Capitão com a seriedade de um verdadeiro guerreiro, é interrompido pela ação de um elfo, com aparência bastante conhecida dos campos de batalha, que ao se intrometer e caluniar a reputação e também a honra do general.
Mauth escreveu:- Desculpe intrometer-me em seus assuntos Capitão. Mas vejo que temos um homem querendo se unir a tripulação?! Mas pelo que ouvi este homem acaba de confessar ter sido desobediente e covarde com seu Rei. Ousa comparar sua covardia com um crime. Pffff, será que não fará o mesmo quando mais necessitarmos?

- E quem é você para me caluniar? Ponha-se no seu lugar, sempre fui um homem de palavra, se matei o rei, é porque tive meus motivos, os quais não lhe convém neste momento. Não quero desrespeitar ninguém, e espero que também não seja desrespeitado.

A raiva toma conta de Edward, porém não poderia deixar que um homem que ele nem conhecesse fosse o motivo de sua revolta. Apesar de ter falado muito mais do que deveria.
Ficaria a espera de uma reação dos dois, não poderia mais cometer bobagens como aquela, teria de se controlar daí por diante.
Agora ficava a espera da reação dos dois homens, atento a qualquer mudança que pudesse ocorrer.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mauth em Seg Dez 19, 2011 9:20 pm

Parece que Malthorius atingira o ego daquele aventureiro, que rapidamente se inflamou em defesa de sua honra. Exatamente como queria.

Braga escreveu:E quem é você para me caluniar? Ponha-se no seu lugar, sempre fui um homem de palavra, se matei o rei, é porque tive meus motivos, os quais não lhe convém neste momento. Não quero desrespeitar ninguém, e espero que também não seja desrespeitado.

Era bom tomarem cuidado, ou aquilo poderia tomar um rumo não muito agradável. Para o guerreiro, é claro.

- Desculpe-me se te ofendi. Mas nesse ramo é importantíssimo sabermos com quem estamos lidando, não queremos ser apunhalados pelas costas quando a noite cai. E existem muitos por aqui a quem não podemos confiar. - Palavras suaves saiam da boca do ladino, que tomava cuidado para não deixar "escorrer seu veneno".

"Se matei o rei, é porque tive meus motivos." - Aquelas palavras ecoavam incansavelmente na cabeça do Elfo. Quanto será que oferecem por um assassino vivo? Era bom ter muito cuidado com suas idéias. Não podia botar tudo que conquistou até agora a perder. Sua família estava esperando o seu regresso.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Razar em Qua Dez 21, 2011 9:09 pm

Delvar afundava-se em qualquer bebida que passava diante dele. O capitão que o contratou dias antes acabará de anunciar que toda cerveja consumida era por conta dele. Excelente capitão. Talvez o único problema daquela noite era seu atual companheiro de viagem. Um elfo cheio de tatuagens estranhas na face. O elfo foi contratado um pouco depois do anão, que não gostou nem um pouco de ter um ser daqueles a bordo. Delvar em suas andanças já havia encontrado elfos de valor, grandes guerreiros, uns tão grandiosos que haviam esculturas nos corredores de Farthen Dûr, sua terra natal. Sabia da importância daquele ser a bordo, porém ainda não deixava de ser um elfo, e só aquele cheiro perto das narinas de Delvar já o dava enjoos.

Não era a hora para se preocupar com isso. Seu contratador acabará de anunciar que precisava de homens. Um humano levantará e fora conversar com LeChuck. Uma história muito confusa sobre ser um desertor, fugitivo da guerra e que já tinha desobedecido seu rei. Estava se preparando para levantar, era quase inadmissível ter um cara que não poderiam confiar a bordo. O elfo, ágil como sempre, já havia se levantado. Conversaram um pouco.

Conversa escreveu:- Desculpe intrometer-me em seus assuntos Capitão. Mas vejo que temos um homem querendo se unir a tripulação?! Mas pelo que ouvi este homem acaba de confessar ter sido desobediente e covarde com seu Rei. Ousa comparar sua covardia com um crime. Pffff, será que não fará o mesmo quando mais necessitarmos?
- E quem é você para me caluniar? Ponha-se no seu lugar, sempre fui um homem de palavra, se matei o rei, é porque tive meus motivos, os quais não lhe convém neste momento. Não quero desrespeitar ninguém, e espero que também não seja desrespeitado.
- Desculpe-me se te ofendi. Mas nesse ramo é importantíssimo sabermos com quem estamos lidando, não queremos ser apunhalados pelas costas quando a noite cai. E existem muitos por aqui a quem não podemos confiar.

Delvar um pouco confuso levanta-se e caminha até os 3 que estavam em pé um pouco ao lado. Para na frente do humano, dando um pequeno empurrão para o elfo ir um pouco para o lado. Toma mais um gole de sua deliciosa cerveja.
-Não sei se entendi direito. Mas você acaba de dizer que desobedeceu seu rei, fugiu como um covarde e depois de tudo isso ainda o matou?! E ainda fica bravo por duvidarmos de sua integridade?! Não estou te desrespeitando humano, você apenas não é digno de respeito! Covarde!
A sociedade anã não via com bons olhos desertores, muitos menos desertores que matam seus reis. Um dos piores crimes que um anão poderia fazer.

Deu as costas para o humano, sem dar atenção a suas palavras. Se é que ele proferiu alguma.
-Não peça desculpas sem motivos elfo. Você sabe tanto quanto eu que esse tipo de pessoa não é digna de confiança... Se já não me basta-se você para ter que cuidar.

Voltou para seu lugar.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Braga em Qua Dez 21, 2011 9:55 pm

(...)Agora ficava a espera da reação dos dois homens, atento a qualquer mudança que pudesse ocorrer.
Assim que suas foram proferidas o lhe responde com extremo respeito, deixando-o mais calmo, porém por muito pouco tempo, um anão rabujento se intromete na conversa falando mais bobagens para lhe irritar ainda mais.

-Não sei se entendi direito. Mas você acaba de dizer que desobedeceu seu rei, fugiu como um covarde e depois de tudo isso ainda o matou?! E ainda fica bravo por duvidarmos de sua integridade?! Não estou te desrespeitando humano, você apenas não é digno de respeito! Covarde!

Pelo visto sou alvo da desconfiaça geral por aqui. Sendo assim vou explicar minha história – profere o general mesmo com a ausência do anão que acabara de se retirar. – Meu pai foi convocado para ir a uma guerra de nosso povo ainda quando eu era criança, porém nunca voltou para minha família, então a raiva dentro de meu corpo cresceu, e por saber que foi por uma ordem direta do Rei que ele fora convocado, não o deixei de o culpar, e minha vingança foi buscada por todos os anos que passei dentro de um campo de batalha em prol de sua glória, e finalmente atingi o meu objetivo e vinguei a morte de meu pai. Por conta disso que tive que fugir da cidade e me refugiar aqui.
Esta foi a tentativa de Edward de deixar de ser o centro das atenções do recinto, mesmo que agora ele esteja nas mão de todos aqueles seres incrédulos e repugnantes.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Razar em Qui Dez 22, 2011 8:55 am

Colocou sua mochila a suas costas. Se ajeitou.
-O navio é seu capitão, faça como bem entender. Só não coloque lixo a bordo. E você, moleque, continua sendo um covarde. Seu pai foi um homem honrado que morreu em combate, esse sim merece pelo menos meu respeito.

Saiu da taverna.

---
Post ultramente curto, daqui a pouco irei viajar, não sei como vão ser as coisas. Vamos ver se da tudo certo!

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Maka Albarn em Qui Dez 22, 2011 11:35 pm

Taverna Bardo Manco

Braga, Mauth, Razar
A luz do sol começa a se infiltrar pelas janelas da taverna, iluminando o rosto dos desmaiados que estavam no chão. Alguns barulhos pela taverna ecoavam pela taverna, mostrando que já havia gente se levantando e procurando alguma coisa pra curar a ressaca. No pé das escadas, a tensão só aumentava. Assim que o jovem guerreiro respondeu as perguntas do capitão, um elfo cheio de dúvidas apareceu, colocando a honra do guerreiro em questão, que se defendeu as críticas, dizendo que aquilo não era da conta do elfo.
Em seguida, uma discussão enorme apareceu, cada um levantando pontos a respeito da moral do outro, até que o anão apareceu e calou a boca dos dois (ou pelo menos a do elfo).
-O navio é seu capitão, faça como bem entender. Só não coloque lixo a bordo. E você, moleque, continua sendo um covarde. Seu pai foi um homem honrado que morreu em combate, esse sim merece pelo menos meu respeito.
Em seguida, o anão saiu da taverna, sem dar mais respostas ou mais explicações. O capitão dirigiu-se aos dois que ficaram ali.
- É... Realmente... O navio é meu e essa decisão cabe somente a mim. Ele desobedeceu. Desobedecer não necessariamente é traição. Desobedeci meu antigo e finado Capitão, que os deuses o tenham, muitas vezes, mas todas por crer que minha desobediência era para o bem da tripulação! O problema é que somos piratas, podemos nos dar a este luxo. No exército, desobedecer é motivo de alta punição! HAHAHAHAHAHAHA! Malditos engomados do exército perderam um bom tripulante para mim! HAHAHAHA! E você, rapaz, conseguiria me seguir em companhia deste homem?

Espantalho
Você deve esperar até que esse diálogo termine, para poder falar com o capitão. Aí voce posta suas reações à discussão e finalmente o diálogo com o capitão, ta?

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Braga em Qui Jan 12, 2012 9:11 pm

Maka Albarn escreveu:
- ...E você, rapaz, conseguiria me seguir em companhia deste homem?


Pelo que já foi possível perceber estou disposto a segui-lo na companhia de qualquer tipo de ser, o que me importa é realmente saír desse lugar imundo, Capitão, se depender de mim o seguirei para onde for, desde que me ajude a sumir daqui. E quanto a você elfo, alguma objeção?

Após ter respondido a pergunta do capitão, mesmo sem saber se teria sido dirigida a ele, Edward fica a espera de uma resposta do elfo, resposta a qual mostraria o tipo de relação que os dois teriam dalí para frente.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mauth em Sex Jan 20, 2012 5:32 am

- PUAAAADHUAHDUAHDA! Objeção?! - Gargalhou ironicamente na frente do guerreiro. - Porquê é que eu teria isso? Fui criado no mato, aprendi a viver em meio de animais. - Ousou o elfo, virando as costas a seguir. - E é bom que aprendas a dormir de olhos bem abertos, Humano.

Dirigiu-se até sua mesa, onde repousavam seus equipamentos.

Se não for interrompido, após munir-se de suas armas e mochila, sairá da taverna para tomar um ar.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mcdowell em Seg Jan 23, 2012 5:24 pm

- Quem é? O que quer? Pelo amor de Deus! Sabe que horas são?

- Bom dia meu bom homem, são 6 da manhã e vim lhe informar que o senhor será abençoado por ter sido escolhido a transportar a obra do criador para tal terra cheia do mal. O senhor não parece bem, deseja uma cura? Eu esperarei aqui até o senhor ficar pronto para a nossa expedição. Obrigado

O capitão tinha uma cara mesclada com ressaca, sono e confusão. O rapaz no manto branco e sorriso bondoso falou e falou e se distanciou da porta a procura de um assento próximo sem nem deixar o capitão proferir algo sobre o seu caráter, dignidade e sanidade.

Ele parecia bem confiante que estaria a bordo daquele navio hoje.
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Razar em Ter Jan 24, 2012 8:34 am

Os primeiros raios de Sol invadiam a cidade. Delvar retirou de sua mochila um pequeno cachimbo de madeira, sem qualquer detalhe. (TIPO ISSO.). De um bolso escondido de sua mochila, retirou um pequeno saco com o conteúdo mais preciso para o anão no momento.

Fumo.

Dado por um de seus antigos companheiros de viagem, um gnomo, cujo nome Delvar não se recorda muito bem, de terras distantes. Delvar andava em direção da casa da anciã que tinha ouvido falar, talvez ela pudesse ajudar com seu problema. Tragava de seu cachimbo enquanto caminhava lentamente até o local indicado. Andou em meio as casas até encontrar uma que se destacava em meio as todas outras. Era visível que era a mais velha por ali e claramente maior.

Se não tivesse obtido a informação do próprio Carl Perna-de-pau, iria jurar que ninguém morava naquilo.

Aproximou-se do que parecia ser a porta da casa. Deu mais uma tragada. Era uma porta antiga, muito bem trabalhada. Possuía apenas uma argola. Delvar aproximou-se da porta e com o cabo de seu machado deu três fortes batidas e se afastou.

"Espero que tenha alguém em casa."

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Maka Albarn em Qui Jan 26, 2012 9:25 am

Taverna Bardo Manco

Mauth, Espantalho e Braga
LeChuck olhava sorrindo para aqueles dois briguentos. Não podia deixar de pensar que eles eram iguaiszinhos ao próprio capitão e ao seu melhor amigo, Samuel. Era assim que se construía uma boa amizade. Brigando.
Viu o desfecho da briga saindo pela porta, e percebeu que era hora de dormir. Já havia contratado mais um para sua tripulação. Amanhã, sem falta, zarparia em direção ao seu tesouro. Ainda sorrindo, disse algumas palavras para seu mais novo tripulante, e foi subindo as escadas, rumo ao seu quarto.
Graças ao seu sobrepeso, as escadas rangeram como se fossem ceder, avisando ao halfling que a discussão havia sido encerrada, e que o capitão dirigia-se ao seu quarto.
Sendo assim, Saladin esperou o capitão no alto da escada, para que pudesse lhe falar.
Assim que o capitão viu aquela criaturinha esperando por ele, pensou: "Oh não. Mais um..."
Queria subir e cair na sua cama, e só levantar quando o fim do mundo estivesse próximo.
O Halfling, porém, nem percebeu o cansaço nos olhos do Capitão, e tratou de ir se apresentando.
- Olá, senhor! Meu nome é Saladin Auratogue, e estou interessado em fazer parte da sua tripulação, rumo as Ilhas.
- Sim.. Sei... E no que você pode me ser útil? Vejo que já não é tão jovem e ágil como os haflings costumam ser... E, sinceramente, não vejo utilidade a você no meu navio...
Off: Vou esperar mais um turno pela volta do Espantalho. Creio que ele já tenha voltado da sua viagem, e possa postar na próxima rodada :D

McDowell
- Bom dia meu bom homem, são 6 da manhã e vim lhe informar que o senhor será abençoado por ter sido escolhido a transportar a obra do criador para tal terra cheia do mal. O senhor não parece bem, deseja uma cura? Eu esperarei aqui até o senhor ficar pronto para a nossa expedição. Obrigado

- Ora... Seis da manhã... Não poderia ter vindo de dia, meu filho? - Esfregou os olhos com os punhos, ouvindo atentamente o que o jovem tinha a lhe dizer. Quando o desconhecido tocou no nome de Deus, parou de bocejar para olhar melhor no homem. Todo arrumadinho, limpinho e educado. Deu uma gargalhada com as palavras que ele havia dito e com sua aparência. Nada daquilo fazia sentido. O que ele pensava que aquilo viria a ser? Uma brincadeira? Coçou a barba, pensativo e respondeu - Desculpe, filho, mas acho que não temos lugares para pessoas como você no nosso navio. Isso não é um passeio, e sim uma missão, onde enfrentaremos riscos reais. É melhor você voltar para a sua igreja.

Casa da Mestre Anciã
Assim que o anão bateu na porta, começou a ouvir vários barulhos de coisas sendo derrubadas. Um "JÁ VAI!" foi ouvido, enquanto o barulho de correria não parava.
De repente, a porta foi escancarada, e uma mulher apareceu. Ela usava vários xales coloridos em volta do corpo, fazendo-a parecer duas vezes maior do que era.
Assim que viu quem a visitava, seus olhos se arregalaram de surpresa, e um "O" de exclamação foi se formando a sua boca. Depois de uma análise completa do anão, a mulher foi logo dizendo:
- Por favor, entre! Eles me avisaram que você viria, mas não sabia que ia ser tão rápido assim... Ahh, se eu soubesse.. Teria pelo menos feito um pouco de chá! - A mulher abriu a porta totalmente, convidando o anão a entrar para o calor aconchegante de seu lar.

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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por ScareCrow em Sex Jan 27, 2012 3:36 am

Saladin observa a descrença do capitão em suas capacidades, mas não se deixa abalar por isso, pois sua vontade de zarpar é muito grande e ele agora motivado a mostrar suas capacidades enche o peito e começa:
- Posso não ser tão jovem quanto os demais da minha espécie, mas sou tão ágil quanto qualquer um deles e ainda sim sobre a minha idade ela é compensada com algo que os outros não possuem!
(conjuro um míssil mágico para estourar no ar mostrando meus poderes mágicos)
-Então ainda acha que não sou necessário capitão?
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Re: A cidade de Alenmar

Mensagem por Mauth em Sex Jan 27, 2012 8:10 pm

"O Anão se retirou as pressas do estabelecimento, mas aonde estava indo? Não houveram ordens do capitão para irmos a lugar algum. Será que ele tá de rabo preso com alguma rapariga? Essa eu preciso ver!" - Riu em pensamento enquanto seguia-o furtivamente cidade a dentro.

Delvar andava calmamente, enquanto chupava aquele pedaço de pau nojento que insistia chamar de cachimbo. O Anão ostentava um péssimo gosto, era possivel segui-lo pelo cheiro putrido que exalava em cada baforada de fumaça. Era como se ele estivesse fumando penas de galinha preta roubadas de algum macumbeiro de esquina. Pelo menos, aos olhos de um Elfo.

Mauthorius tentou ser discreto, nas esquinas fingia se enfiar em meio de alguma roda de pessoas conversando e olhava frutas e carnes nas feirinhas de rua, de maneira a tentar ser discreto. Manteve o tempo todo uma boa distancia do fedorento até que ele chegar em seu destino.

O Ladino manteve-se distante, observando todo passo do Anão. Apurou os sentidos para bisbilhotar a intenção que trouxe seu amigo até ali.
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Re: A cidade de Alenmar

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